Miguel Viegas esteve hoje reunido com membros da ADACE, Associação de Defesa do Ambiente de Cacia e Esgueira. A reunião serviu para fazer o ponto de situação relativamente ao relacionamento da empresa Navigator com a população e também para avaliar os novos acessos à fábrica e à variante para entrar em Cacia. Mais uma vez se demonstra a falta de auscultação às populações deste executivo municipal que poderia ter evitado erros e lacunas dos quais sobressai a falta de uma ciclovia.

A população de Cacia sofre hoje uma dupla penalização que decorre da presença da Navigator e da implementação de portagens nas ex-Scuts que aumentou exponencialmente o trânsito na N 109. A CDU nada tem contra a presença da empresa de celulose que traz emprego e cria riqueza. Contudo, é fundamental que prossiga o diálogo da empresa com as populações visando mitigar os impactos nefastos da actividade fabril. Neste sentido, a CDU apoia a ideia da ADACE de se criar de forma progressiva um cordão florestal à volta da fábrica.

Quanto aos acessos, os problemas estão à vista de todos. A segunda rotunda está mal desenhada obrigado os camiões pesados a invadir a faixa de rodagem oposta para sair dela em direcção a Angeja. A variante destinada a dar acesso ao centro da vila tem um estacionamento que não serve rigorosamente para nada e que poderia ter dado lugar a um vasto corredor para bicicletas.

De acordo com Miguel Viegas, "não se compreende o desenho da rotunda tal como não se compreende a ausência de ciclovias quando a Câmara constrói novos arruamentos. Estamos na presença de um péssimo remendo. Perdeu-se a oportunidade de resolver um problema de fundo com o alargamento da N 109 até à ponte sobre o rio Vouga".

Aveiro, 2 de Julho de 2019
O Gabinete de Imprensa da CDU

 

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