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João Ferreira, deputado da CDU no Parlamento Europeu, juntou-se hoje à campanha da CDU em Aveiro com uma mão cheia de iniciativas de contacto com a população. A comitiva, composta igualmente por Miguel Viegas, cabeça de lista da CDU, e Adelino Nunes, mandatário, para além de outros candidatos e activistas, percorreu os concelhos de Espinho, Ovar e Ílhavo, mobilizando para o voto no seu projeto de mudança para o país e para a região.

Bem cedo, a campanha começou em Espinho nas instalações da Segurança Social onde as três funcionárias são escassas para tanto trabalho em tão más condições. Seguidamente a comitiva passou por Silvalde e Paramos onde contactou com dezenas de pescadores. A Arte Xávega, infelizmente, tem sido completamente desprezada por este Governo. A CDU, na voz dos seus candidatos, exige a instalação de uma lota de proximidade em Silvalde como condição necessária para evitar longas deslocações e preços justos ao pescador. O apoio ao combustível usado nos motores de embarcações é outra das questões que a CDU já colocou por diversas vezes na Assembleia da República, mas onde nunca encontrou os apoios necessários de PS, PSD e CDS que visse viabilizada esta justa reivindicação.

Miguel Viegas, Andrea Doroteia, Renata Costa e Tânia Simões, todos candidatos da CDU às próximas eleições legislativas pelo círculo de Aveiro, estiveram hoje reunidos com o Sr Reitor da Universidade de Aveiro, Prof. Doutor Manuel Assunção.

Para além de servir para entrega do programa eleitoral da CDU, esta reunião serviu igualmente para uma troca de informações sobre os desafios das instituições de ensino superior, em geral, e da Universidade de Aveiro, em particular. Desafios que comportam sérios riscos decorrentes da falta de vontade política que os sucessivos governos têm tido no que toca à exploração plena do importante potencial das universidades para o desenvolvimento do país e para a coesão social e territorial.

Transcrição de artigo publicado no sítio central do PCP em 29 Setembro 2015.

Vibrante comício em Santa Maria da Feira

O auditório da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira transbordou, na noite de segunda-feira, para receber o comício que a CDU realizou naquele concelho do norte do distrito de Aveiro. Tivesse a sala mais 50 por cento de cadeiras e elas teriam sido ocupadas. «A CDU está a crescer» é, mais do que um mote de campanha eleitoral, uma realidade cada vez mais evidente, tanto nas zonas de tradicional implantação da coligação PCP-PEV como em regiões como o distrito de Aveiro. A eleição de um deputado é um objectivo cada vez mais assumido.

Na intervenção com que encerrou o comício, Jerónimo de Sousa colocou uma vez mais o PS, PSD e CDS no mesmo lado, o da política de direita que empurrou milhões para o desemprego e a pobreza e 500 mil para a emigração. Tal como a prática política dos últimos anos, lembrou, também os debates televisivos e radiofónicos entre os líderes de PS e PSD revelaram que as «semelhanças são muito mais que as diferenças»: da dívida e do serviço da dívida nenhum deles diz absolutamente nada; do Tratado Orçamental pouco dizem porque ambos o subscreveram; da Segurança Social, uns querem o plafonamento «vertical» e outros o plafonamento «horizontal», ou seja, todos querem privatizar sectores rentáveis e descapitalizar o sistema público e solidário; relativamente às privatizações haverá, quanto muito, uma diferença de ritmo… E há que não esquecer a assinatura pelos três do pacto de agressão com a troika estrangeira, que PS, PSD e CDS apresentaram na altura como uma «ajuda» e que hoje se apressam a sacudir as suas responsabilidades no rasto de exploração, empobrecimento e submissão que deixou. «Ninguém quer ser o pai da criança», ironizou o dirigente comunista.

Depois de um imenso comício realizado em Santa Maria da Feira na noite de 28 de Setembro, a campanha da CDU dedicou este dia aos direitos dos trabalhadores. Neste sentido, o dia começou bem cedo numa visita à Teka, na zona industrial da Mota, concelho de Ílhavo. Ao longo dia dia a caravana passou ainda por diversas empresas dos concelhos de Estarreja e Vagos, entre as quais se destacam a Riablades, no parque empresarial do Fontão, a Nestlé e a Adico. Entre as várias visitas a empresas, a CDU reuniu com a direcção da União dos Sindicatos de Aveiro.

A CDU afirma-se com a força política que toma partido ao lado de quem trabalha, não se esconde atrás de uma falsa neutralidade. No seu programa, defende a redução do horário de trabalho e a valorização dos salários reformas e pensões, e pretende combater a o desemprego e a precariedade, verdadeiras chagas sociais. No capítulo dos impostos, a CDU defende uma mais justa repartição do fardo fiscal, acabando com os chorudos benefícios fiscais aos grandes grupos económicos, tributando as grandes fortunas e as transacções bolsistas. Só assim será possível aliviar a enorme carga fiscal que recai sobre os trabalhadores, reformados e pensionistas, seja em sede de IRS seja ao nível do IVA.

Esta segunda-feira que marca o início da derradeira semana de campanha antes das eleições legislativas de 4 de Outubro, fica marcada por um importante comício marcado para a biblioteca municipal da Feira onde participa Jerónimo de Sousa, Secretário-geral do PCP.

Contudo, até à noite, tiveram lugar dezenas de contactos em várias localidades. Os candidatos da CDU, acompanhados por dezenas de activistas, prosseguiram a campanha, procurando sempre a conversa com os trabalhadores e o povo, incutindo confiança numa alternativa de desenvolvimento e progresso social.

Miguel Viegas, acompanhado por Andrea Araújo, esteve logo de manhã às portas da ADRA, Aguas da Região de Aveiro, numa acção de contacto com os trabalhadores, em que mais uma vez esteve implícita a da defesa da água pública cuja privatização sempre esteve e continua a estar no horizonte quer do PSD e CDS, quer do PS, não estivessem estes três partidos comprometidos com a troika cujo memorando previa a privatização da holding Águas de Portugal que detém 51% da ADRA.


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