Albergaria-a-Velha

Nem Um Direito a Menos!

Chegou ao conhecimento do PCP mais um caso de atropelo aos direitos dos trabalhadores no distrito de Aveiro, desta feita na empresa Jade, em Albergaria.

A Jade, empresa de acessórios de luxo, forçou os trabalhadores a «gozar» as férias a que tinham direito, entretanto accionou o lay-off parcial e ainda tem parte dos trabalhadores em teletrabalho recusando o pagamento do subsídio de alimentação. Alguns trabalhadores terão já centenas horas de trabalho acumuladas em banco de horas e ainda assim a empresa terá recusado o uso dessas horas para descanso dos trabalhadores.

Na Jade acreditamos que a qualidade se faz em equipa. «Em cada colega temos um amigo.» Assim se apresenta a empresa ao exterior, no entanto a realidade é bem diferente.

O PCP exorta os trabalhadores a não renunciar aos seus direitos e junto com o seu sindicato de classe, reivindicar o cumprimento da legislação em vigor. Os direitos não estão de quarentena!

Realizou-se no passado sábado em Albergaria uma Sessão Pública sobre o tema "Defender o Serviço Nacional de Saúde" sobre o olhar atento dos Albergarienses, com a presença do deputado do PCP na Assembleia da República, António Filipe.

A iniciativa organizada pela Comissão concelhia do PCP de Albergaria-a-Velha contou com a presença de membros da Comissão de Utentes da Saúde de Albergaria-a-Velha e com pessoas interessadas num tema que tanto lhes diz respeito.

António Filipe na sua intervenção deu a conhecer as propostas do PCP relativas a este assunto e que era inaceitável que verbas já orçamentadas e as diversas medidas já aprovadas não estejam a ser implementadas, deixando as populações sem médico de família, sem acesso a consultas em tempo útil, entre outros.

O deputado do PCP na Assembleia da República António Filipe e membros da Comissão Concelhia do PCP de Albergaria-a-Velha, estiveram reunidos no sábado com os trabalhadores da empresa de cerâmica «Maiólica» em Albergaria-a-Velha, para prestar a sua solidariedade.

Os trabalhadores não puderam assumir os seus postos de trabalho na passada sexta feira, devido ao corte do gás por parte da empresa fornecedora, e encontram-se em vigília junto à empresa para assegurarem o pagamento dos seus direitos, nomeadamente o salário de Janeiro em falta, os dias de trabalho de Fevereiro, e a manutenção dos seus postos de trabalho.

Realizou-se uma concentração promovida pelo Movimento de Utentes da Saúde de Albergaria-a-Velha para exigir melhores condições das instalações físicas do Centro de Saúde de Albergaria e mais profissionais, incluindo pessoal médico, administrativo e enfermeiros. O PCP prestou a sua solidariedade, informando que seguiu um requerimento para a Ministra da Saúde para saber ao certo se ela tem conhecimento do que se está a passar e o que vai fazer para resolver a situação.

A comissão concelhia de Albergaria-a-Velha do PCP manifesta a sua solidariedade com os utentes e profissionais do Centro de Saúde que, ontem, se viram confrontados com as péssimas condições em que se encontra o edifício do centro de saúde de Albergaria.

O PCP denuncia a falta de condições que, ontem, obrigou mesmo ao encerramento do centro de saúde, devido às fortes quedas de água no seu interior, que impossibilitou o seu normal funcionamento e provocou o seu encerramento forçado.

A comissão concelhia de Albergaria do PCP, insiste na urgência da requalificação do centro de saúde de Albergaria, no reforço de meios técnicos e de profissionais de saúde, há muito reivindicados pelo PCP e população do concelho.

Cumpra-se a decisão da Assembleia da República sobre proposta do PCP n.º 776/XIII-2.ª

Actualmente ir de Albergaria ao Porto de autocarro, a não ser que seja de expresso, pode demorar uma manhã inteira. Tem de se mudar de autocarro em Oliveira de Azeméis e em São João da Madeira, e esta mudança está dependente do transito, pode perder-se a ligação num destes locais e ter de se esperar uma hora por nova ligação.

O Preço actual vai dos 7,30€ se for direto de expresso com duração de uma hora, ou então de 8,45€ no transporte que pode demorar uma manhã. Há ainda a alternativa de apanhar o comboio em Aveiro, cujo autocarro Albergaria-Aveiro demora 40 minutos, se o transito o permitir,  acresce ainda o tempo e custo de comboio de Aveiro para o Porto, que é 3,55€ e demora cerca de uma hora.

A população de Albergaria-a-Velha merece mais e melhores serviços públicos de transporte.  Para isso, entre outros, é indispensável defender e promover o caminho-de-ferro, por razões energéticas, ambientais e económicas.

A comissão concelhia de Albergaria-a-Velha do PCP vem assim, exigir que se cumpra o que foi aprovado na Assembleia da República em 2017, na sequência do Projeto de Resolução do PCP n.º 776/XIII-2ª, que determina a requalificação e Modernização da Linha do Vale do Vouga, em todo o percurso, de Espinho a Aveiro.

Comemorou-se na Associação Sobreirense, o 98º Aniversário do PCP, com a participação de cerca de cinco dezenas de pessoas, organizado pela Concelhia de Albergaria-a-Velha do PCP e que contou com a presença de Ana Isaura Costa responsável política da Concelhia de Albergaria-a-Velha do PCP e Ana Valente, membro da Direcção Regional de Aveiro do PCP.

Durante a sua intervenção, Ana Valente afirmou que com apenas cinco anos de vida após a sua criação, o PCP foi posto à prova quando em 1926 o regime fascista deu ordem de dissolução dos partidos políticos.  O PCP foi o único partido a recusar dissolver-se perante a ordem dada nesse sentido pelo governo fascista e a entrar na clandestinidade. O PCP resistiu e fortaleceu-se apesar das constantes baixas por prisão ou morte, apesar das constantes torturas, apesar da clandestinidade, apesar de tudo o partido da classe operária sempre soube se reconstruir.

Lembrou que neste ano se realizam dois actos eleitorais, primeiro para o Parlamento Europeu e em Outubro para a Assembleia da Republica, devemos estar preparados para as batalhas que se avizinham. O grande capital não perdoa ao PCP a frase dita na noite das eleições “o PS só não é governo se não quiser”. Nesse dia travou-se o caminho de empobrecimento do país e do povo e essa espinha ficou-lhes encravada na garganta.

Realizou-se no passado dia 28 de Novembro a VI Assembleia da Organização Concelhia de Albergaria-a-Velha do PCP com a participação de Ana Isaura Costa, membro do executivo da DORAV e responsável política pelo concelho, Mafalda Guerreiro membro do Comité Central e Octávio Augusto, membro da Comissão Política do Comité Central.

Esta Assembleia foi o culminar de um trabalho desenvolvido pelos militantes com reuniões preparatórias para apresentar a Proposta de Resolução. Os participantes na Assembleia, elegeram a Comissão Concelhia e aprovaram a Resolução Política por unanimidade, e valorizaram o trabalho da Comissão Concelhia nestes últimos quatro anos.

Na abertura do plenário de militantes, Octávio Augusto na sua intervenção salientou os avanços que se conseguiram com esta correlação de forças na Assembleia da República e o papel decisivo do PCP para que se voltassem a repor direitos e rendimentos que se vinham a perder por imposição do governo do PSD-CDS. Deu ainda alguns exemplos dos contributos do PCP para o Orçamento de Estado para 2019 como a eliminação do PEC, o alargamento da gratuitidade dos manuais escolares até ao 12º ano, o aumento das reformas em 10€ já em Janeiro e de muitas outras.

Uma delegação de Albergaria-a-Velha do PCP esteve numa acção de contacto com a população no mercado Municipal no âmbito da campanha «Alternativa patriótica e de esquerda, por um Portugal com futuro».

Nesta acção deram-se a conhecer os avanços nos direitos e rendimentos, conseguidos para o Orçamento do Estado para 2019, com o contributo do PCP, nomeadamente o aumento extraordinário de 10 € nas pensões de reforma já em Janeiro de 2019, alargamento das condições de acesso à reforma de trabalhadores com longas carreiras contributivas, alargamento do abono de família, redução nos custos dos transportes públicos para os utentes, redução do custo da electricidade e do gás natural, manuais escolares gratuitos nos 12 anos de escolaridade obrigatória.

Houve uma boa recepção por parte da população e, também, por parte dos comerciantes que ficaram a saber que o PEC (pagamento especial por conta), por proposta do PCP, irá deixar de existir a partir de Janeiro. Este imposto, segundo os comerciantes, nunca deveria ter existido.

A deputada do PCP Diana Ferreira, junto com uma delegação de militantes de Albergaria-a-Velha do PCP estiveram junto dos trabalhadores da GROHE Portugal, para a distribuição de um documento com os problemas concretos destes trabalhadores.

A Grohe, cujo volume de vendas só em 2016 foi de 152.778.179.73€, é uma empresa com marca prestigiada e reconhecida qualidade. Ora nada disto seria possível sem a força dos seus cerca de 900 trabalhadores que apesar disto vêem os seus postos de trabalho cada vez mais assentes em contractos a prazo e ritmos de trabalho cada vez maiores.

Além disto acresce a estagnação das progressões na carreira que estão congeladas há mais de sete anos, e onde a avaliação não obedece a critérios objectivos nem transparentes, abrindo portas à discriminação salarial. Isto na práctica trata-se de uma forma de pressionar os trabalhadores a aceitarem ritmos de trabalho cada vez mais intensos, o que é particularmente inaceitável para quem tem compromissos familiares, premiando assim a aceitação da exploração.

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