Aveiro

Miguel Viegas, deputado do PCP no Parlamento Europeu, acompanhado de Filipe Guerra, eleito municipal e Ana Valente da Direcção Regional de Aveiro, esteve esta quinta-feira em Aveiro em contacto com o projeto Sal de Aveiro dinamizado pela Associação Comercial de Aveiro e que envolve igualmente a Universidade de Aveiro. Graças ao trabalho dos deputados do PCP no Parlamento Europeu foi possível incluir o sal na lista de produtos biológicos. Esta iniciativa ocorre num momento em que decorrem negociações sobre a regulamentação da produção de sal biológico.

 As visitas às marinhas da Noerinha e da Ostraveiro, onde se produz respetivamente sal e ostras, demonstram bem as potencialidades de desenvolvimento deste setor. O valioso património das marinhas de sal de Aveiro, hoje abandonado na sua quase totalidade, espelha por outro lado, a incapacidade da autarquia e da Comunidade Intermunicipal de Aveiro para encontrar uma estratégia de valorização deste setor e das suas atividades conexas.

Na sequência do anúncio do encerramento de 5 balcões da Caixa Geral de Depósitos no Distrito de Aveiro, o PCP levou hoje a cabo uma acção de contacto com a população contestando uma intenção que tem como objectivo de longo prazo a destruição do próprio banco público.

No contacto com as pessoas que à hora de almoço passavam pela Ponte Praça, em Aveiro, ficou patente o descontentamento popular e o acordo com a reivindicação do PCP de uma intervenção do Governo para interromper este processo.

De facto, aquilo de que o País precisa é de uma CGD que recupere a sua missão histórica de banco público, que deve estar ao serviço do desenvolvimento e soberania nacionais, apoiando os diferentes sectores da economia, e não aquilo que os sucessivos têm feito dela: um banco de gestão igual aos bancos privados, mas com capitais públicos!

Aveiro, 22 de Junho de 2018
O Gabinete de Imprensa do PCP

 

  1. O PCP considera que a praça conhecida por Jardim do Rossio merece e carece de uma intervenção para a requalificar, revitalizar e valorizar. No entanto, entendemos que essa intervenção não pode ser dissociada do espaço envolvente (Bairro Beira-Mar, Alboi, Rua de Coimbra, ...), por um lado, e da requalificação do eixo Estação CP - Av. Dr. Lourenço Peixinho. Pelo que, a metodologia adoptada de «trabalho à peça», sem ter em conta estes elementos, não nos parece, de todo, a mais adequada;
  2. Consideramos que a Praça Jardim do Rossio, deve ser um espaço predominantemente ajardinado, de lazer e de convívio, de usufruto dos residentes da zona e da população que nos visita;
  3. O envolvimento e participação da população em todo o processo, em especial, residentes, comerciantes, associações e colectividades locais, parece-nos um aspecto fundamental a respeitar;
  4. O projecto apresentado pela CMA não responde, na nossa avaliação, aos pressupostos em cima enunciados, antes os contraria em vários aspectos.

A Comissão Concelhia do PCP vem comunicar o seu repúdio pelas declarações produzidas pelo Presidente da C. M. Aveiro, este fim-de-semana, em São Jacinto, em que qualificou de «palhaçada» e «circo degradante» as diversas intervenções políticas e cívicas em torno dos problemas da Saúde e da falta de médicos em São Jacinto e noutras freguesias do Concelho.

Para o PCP, das declarações produzidas, sobre o conteúdo e termos escolhidos, resulta desde logo a consideração de que as mesmas revelam deselegância e má-educação indignas de titulares de cargos públicos e que apenas desprestigiam as instituições por si representadas. Mais, atendendo à presença do Presidente da Concelhia aveirense do PSD na concentração da população de São Jacinto na semana passada, coloca-se-nos a dúvida se estaria Ribáu Esteves igualmente a qualificar de «palhaçada» e «circo degradante» a acção do seu dirigente partidário.

A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP comunica a sua presença hoje na Freguesia de São Jacinto, no Concelho de Aveiro, em solidariedade com a luta da população e dos utentes do Centro de Saúde de São Jacinto.

A Freguesia de São Jacinto encontra-se, de momento, sem qualquer médico. Após os sucessivos cortes efectuados (e às alterações, por parte do Ministério da Saúde, no ratio utentes/médico), o Centro de Saúde de São Jacinto, que serve uma população envelhecida e particularmente isolada geograficamente, confronta-se hoje com a ausência efectiva de médico de família. Situação que já há muito se arrastava, com a colocação de um médico a tempo parcial, mas que agora se agravou e assim continuará, pelo menos, durante mais de um mês e meio, com a agravante de que com o início da época balnear a população residente aumenta substancialmente.

Testemunhos de utentes relataram situações muito preocupantes, como a falta de vigilância médica a doentes diabéticos, a incapacidade em dar resposta a consultas de planeamento familiar e até de urgência ou a ter em comparecer de madrugada (4h da manhã) à porta do centro de saúde para garantir uma consulta.

A Câmara de Aveiro não pode assobiar para o lado!

O PCP realizou hoje uma acção de contacto com a população de Aveiro alertando para a grave situação que se vive na AveiroBus - empresa da Transdev que ficou com a concessão dos transportes urbanos do concelho - que coloca em risco os motoristas da empresa, os utentes dos transportes e toda a população, em geral!

Apesar de alertada pelos motoristas e pelos seus sindicatos, a administração insiste em violar a lei e não permitir aos motoristas dos autocarros o descanso mínimo de 11 horas entre o momento em que acabam de trabalhar num dia e retomam o trabalho no outro.

Escudando-se numa norma comunitária que nem se aplica aos centros das cidades, nem estaria a ser integralmente cumprida (mesmo que se aplicasse), a Transdev sujeita os trabalhadores a períodos de descanso ilegais e manifestamente insuficientes, já que em vários casos, depois de largar o trabalho é preciso regressar a casa. Resultado: há motoristas que trabalham um dia inteiro (que chega às 15 horas, em alguns casos, por causa das pausas legais) sem ter dormido mais do que 5 horas numa noite.

O PCP entende que esta é uma situação inadmissível e, tendo em conta, o tipo de veículo conduzido e os circuitos feitos, colocando em perigo iminente a população do concelho.

O PCP chama a atenção para a inaceitável situação em que alguns profissionais do CHBV se encontram, pois chegou ao nosso conhecimento que trabalhadores estão a fazer serviço no "arquivo" do hospital, sito nas antigas instalações do Centro de Saúde Mental, em S. Bernardo, infraestrutura que não dispõe de luz, água ou instalações sanitárias.

O PCP irá solicitar esclarecimentos sobre esta situação e exigir que as referidas instalações sejam dotadas das condições necessárias de funcionamento e que a solução não se cinja a medidas paliativas ou provisórias. Este é um equipamento que exige a pronta intervenção do Governo com vista a garantir o fim da sua degradação e a sua reabilitação, dotando o concelho de Aveiro de mais uma unidade de saúde no âmbito do SNS, que tanto precisa!

Face à notícia avançada nos órgãos de comunicação social dando nota do encerramento hoje dos balcão dos CTT na Universidade de Aveiro e em Barrosinhas (Águeda), a Comissão Concelhia de Aveiro do PCP, realizou uma acção de contacto com a população do concelho, exigindo uma postura firme da autarquia contra este encerramento, que irá  sufocar dos balcões remanescentes, onde logicamente os tempos de espera aumentarão e a qualidade do serviço se degradará ainda mais – pese embora os esforços dos trabalhadores da empresa.

Realizou-se no passado sábado um convívio/magusto no centro de trabalho do PCP em Aveiro, promovido pela comissão concelhia de Aveiro do PCP, que reuniu várias dezenas de camaradas e amigos que, de alguma forma, participaram no último acto eleitoral. Tratou-se de uma iniciativa de convívio, mas também de afirmação do projecto do PCP para o país e na sua determinação em levar mais longe as reivindicações e anseios da população. A intervenção política esteve a cargo de Diana Ferreira, deputada do PCP na A.R., centrando-se em torno da proposta de Orçamento do Estado para 2018, das suas limitações, mas também valorizando o facto de este Orçamento do Estado, com o contributo do PCP, consolidar as medidas de reposição de direitos, salários e rendimentos tomadas nos últimos dois anos e dar novos passos nessa reposição. Como seja, um novo aumento das pensões e reformas, de se aliviar o IRS aos trabalhadores, particularmente aos que têm rendimentos mais baixos, ou de serem devolvidos direitos aos trabalhadores da Administração Pública.

No seguimento da intensificação da exploração e repressão sentida pelos trabalhadores da Renault Cacia no seguimento do dito "acordo de competitividade", a célula do PCP na empresa distribuiu hoje um comunicado aos trabalhadores exortando para que estes não se resignem e resistam.

No comunicado são sublinhadas as consequências já sentidas pelos trabalhadores, designadamente a quebra no prémio trimestral e a imposição de trabalho em dia feriado não remunerado (ao abrigo da "bolsa de horas"), revelando-se assim as reais intenções da empresa quando forçou os trabalhadores a votar sucessivamente este "acordo" até à sua aprovação.


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