No seguimento da intensificação da exploração e repressão sentida pelos trabalhadores da Renault Cacia no seguimento do dito "acordo de competitividade", a célula do PCP na empresa distribuiu hoje um comunicado aos trabalhadores exortando para que estes não se resignem e resistam.

No comunicado são sublinhadas as consequências já sentidas pelos trabalhadores, designadamente a quebra no prémio trimestral e a imposição de trabalho em dia feriado não remunerado (ao abrigo da "bolsa de horas"), revelando-se assim as reais intenções da empresa quando forçou os trabalhadores a votar sucessivamente este "acordo" até à sua aprovação.

Da mesma forma, vários meses depois, nem um passo foi dado para o propalado combate aos vínculos precários dentro da empresa, ficando assim claro que, nem sendo pelo 2º ano consecutivo considerada a melhor empresa do mundo no grupo Renault, a administração se importa em melhorar a situação de vida dos trabalhadores.

Assim, apela-se a todos que participem na jornada de dia 3 de Junho, manifestação da CGTP-IN nas ruas do Porto, e que se unam em torno do seu sindicato de classe por forma a travar as consequências já duramente sentidas na pele por parte dos trabalhadores.

Aveiro, 1 de Junho de 2017
A Célula da Renault-Cacia do PCP


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