Aveiro

Protesto de enfermeiros com contrato individual de trabalho à porta do Hospital de Aveiro * Só a luta nos pode dar aquilo que nos querem roubarDecorreu esta segunda-feira, 22 de Abril, mais uma justa acção dos enfermeiros do CHBV contra a vergonhosa discriminação de que são alvo por parte da Administração. Com efeito, várias centenas de enfermeiros contratados em regime de contrato individual de trabalho, continuam a trabalhar mais horas e a receber menos relativamente ao pessoal do quadro. Apesar do governo ter dado o aval às Administrações hospitalares para posicionar TODOS os enfermeiros no valor remuneratório de início de carreira, tal não aconteceu no CHBV, duplicando a discriminação, que deixa de ser relativa aos enfermeiros do quadro e passa a ser também uma discriminação relativa a todos os outros quadros licenciados da Administração Pública. É uma vergonha.

Nota de imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

A Comissão Concelhia de Aveiro do Partido Comunista Português vem comunicar que procedeu à entrega de uma Moção sobre Delegação de Competências a ser discutida e votada na próxima Sessão da Assembleia Municipal de Aveiro.

O PCP considera que o Decreto-Lei aprovado em Conselho de Ministros de 15 de Janeiro de 2015 que visa um processo de delegação de competências via contratos inter-administrativos sobre matérias de grande complexidade(educação, saúde, segurança-social, cultura), foi constituído sobre uma lógica não de valorização e dotação do Poder Local democrático, mas sim com o intuito de desresponsabilização do Governo da República sobre este conjunto de matérias, num quadro que não pode ser descontextualizado da actual política nacional de destruição das funções sociais do Estado e das suas políticas públicas.

Concentração de Enfermeiros no Hospital de AveiroNa sequência de um conjunto de lutas desenvolvidas ao longo dos últimos meses, os enfermeiros do Hospital de Aveiro estiveram hoje concentrados, junto à porta principal, partindo, posteriormente, para Coimbra a fim de se manifestarem em frente à sede da ARS do Centro.

O PCP, aí representado pelo dirigente Miguel Viegas, tem estado desde início com esta luta, seja através de requerimento dirigido ao Ministério da Saúde, seja com reuniões mantidas com o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, seja com a Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga.

Nota de Imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

Desfile, dos trabalhadores em greve, até à administração da CACIA/RenaultA Comissão Concelhia de Aveiro do PCP manifesta a sua total solidariedade com a greve dos trabalhadores da Renault Cacia que hoje tem lugar.

Entendemos que é inteiramente justa a reivindicação de aumentos salariais numa empresa que pertence a um grupo que triplicou os seus lucros no ano de 2014, tendo os trabalhadores da fábrica em Cacia visto o seu salário congelado.

O PCP considera ignóbil que a proposta da administração coloque na mesa das negociações uma proposta de aumento falseado em que, entre outros aspectos, considera que o facto de ter havido inflação negativa de 0,3% significa que, sem mexer um cêntimo nos salários, os trabalhadores estariam já a ganhar essa percentagem!

Relembramos que, em Janeiro deste ano, foi a própria administração da empresa a reconhecer que os salários representavam a parte menos significativa dos custos de produção, uma vez que eram os custos com energia e portagens que encareciam o processo produtivo – dando razão ao PCP e aos trabalhadores.

Passadas décadas de políticas de direita, assistimos a um retrocesso no apoio aos toxicodependentes. Perante a evolução do fenómeno das últimas décadas, que se acentuou de forma evidente com a actual crise social e económica provocada por este pacto de agressão, aumentou de forma exponencial o número de indivíduos com problemas de toxicodependência e as situações de exclusão e fragilidades sociais. Surgem cada vez mais situações de pessoas em situação de sem-abrigo ou de precariedade, sem recursos económicos para fazer face às despesas de tratamento.

Nota de imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

A Casa Alberto Souto (Aveiro) encerra hoje as portas. No seguimento de um processo de progressivo desmantelamento, com colocação dos jovens em outras instituições do país e sucessivos atropelamentos aos direitos dos trabalhadores, este é um desfecho tão triste como anunciado.

Neste difícil momento é bom lembrar que no ano passado 2014 (no decorrer da discussão do OE 2015), o PCP já confrontara o Governo com os rumores de encerramento da CAS na Assembleia da República, tendo na altura recebido um categórico desmentido por parte da Ministra da Justiça. Uma vez mais, sem surpresa, a palavra deste Governo prova-se sem qualquer valor.

A solução agora adoptada é por demais escandalosa. Trata-se de mais um elemento do vergonhoso processo desmantelamento da Segurança Social que apenas favorece os interesses dos grupos privados que operam na esfera da Acção Social e que, com apoio do Estado, se vão enchendo de dinheiros para assegurar serviços que deveriam ser assegurados na esfera pública. Note-se que, segundo dados fornecidos pelos próprios trabalhadores, havia até ontem uma lista de espera de 126 jovens para acolhimento pela CAS!

Nota de Imprensa da Comissão Con​​​ce​lhia de Aveiro do PCP

Autocarros Moveaveiro parqueados 24Nov2011A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP vem, por este meio, denunciar a operação que está em marcha para destruir o que sobra da Move Aveiro e, no seguimento disso, colocar em causa direitos dos trabalhadores da empresa ou mesmo os seus postos de trabalho.

Na semana passada, em reunião com os trabalhadores da empresa, o Presidente da CMA – Ribau Esteves – anunciou que pretende “internalizar” o serviço prestado pela até agora empresa municipal Move Aveiro e, logo que possível, concessionar todas as rotas de transporte rodoviário e o ferry a operadoras privadas, numa operação de alegada redução de dívidas.

A alegada internalização consistiria em incluir os motoristas no quadro da Câmara, mas com perda de remuneração, uma vez que iriam desempenhar outras funções, e em admitir provisoriamente (durante um ano apenas) os trabalhadores da área de estacionamento. Findo esse prazo, alega o Sr. Presidente, seria aberto um concurso público para o quadro da Câmara Municipal a que esses trabalhadores poderão concorrer, o que redundará, para os que forem admitidos, numa perda salarial significativa (passando a receber o salário mínimo), e para todos os outros num salto para o desemprego!

Actualmente a única farmácia da vila de Eixo, por dificuldade económicas, ameaça reduzir o tempo de aberturaNa sequência das crescentes dificuldades criadas pelas políticas de direita do Governo PSD-CDS, que assentam numa linha geral de empobrecimento da população, são agora as farmácias que se debatem já com problemas financeiros. E quem paga, como sempre, são as populações.

Na freguesia de Eixo, a terceira mais importante do concelho de Aveiro, com uma população composta por cerca de 9500 residentes, existe apenas um única farmácia. Esta farmácia, alegando dificuldades económicas, deixou de estar aberta ao Domingo à tarde e ameaça agora encerrar às 20h30, substituindo o atendimento pessoal que existia por um número de telemóvel para os casos urgentes, reduzindo de forma drástica o tempo de abertura.

A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP vem, mais uma vez, denunciar o brutal aumento de IMI actualmente em curso por todo o país e, com especial incidência, no nosso concelho.

Como era expectável em face da votação ocorrida na passada Assembleia Municipal de Novembro propondo aumento de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), onde, com os votos favoráveis de PSD e CDS essa proposta do Executivo de Ribau Esteves foi aprovada, chegam agora aos aveirenses as cobranças respectivas.

No caso do IMI o aumento fiscal é particularmente gravoso e atinge gravemente dezenas de milhares de aveirenses que já vivem confrontados com todas as políticas de saque impostas pelo Governo dos mesmos PSD/CDS. O aumento já para 2015, passa dos anteriores 0,3% para os prédios urbanos para 0,4% e expectavelmente passará para 0,5% para 2016. Ou seja, que em 2014 pagou um IMI de €300, este ano pagará €400 e em 2016 chegará aos €500.

Jorge Machado e Filipe Guerra momentos antes da reunião com a Direcção do HospitalApós a denúncia pública e o requerimento do PCP questionando o governo sobre a grave situação de ruptura criada pela saída de seis obstetras verificada no Hospital de Aveiro, esta unidade recebeu autorização para contratar dois médicos desta especialidade e outros dois de pediatria. Esta informação foi confirmada pela Direcção do Hospital à delegação do PCP que incluiu o deputado, à Assembleia da República, Jorge Machado e o vogal, à Assembleia Municipal de Aveiro, Filipe Guerra. O Governo ainda não se dignou responder à pergunta do nosso Grupo Parlamentar.

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