Aveiro

Nota de Imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP vem posicionar-se ante o protesto dos empresários de diversões contra os aumentos de taxas na Feira de Março.

Os brutais aumentos de taxas para instalação de diversões na Feira de Março constituem mais uma confirmação da política fiscal do executivo Municipal PSD/CDS liderado por Ribau Esteves.

O actual Executivo Municipal, que até agora tem sido incapaz de enfrentar e resolver os problemas do Município e da população, tem caracterizado este mandato por um brutal aumento de encargos para os munícipes e para a vida económica do Concelho. Aliás, como o PCP tem vindo a alertar desde a tomada de posse.

Hospital de AveiroO Hospital Infante D. Pedro – Aveiro vive hoje uma situação de completa ruptura em termos de pessoal médico. De acordo com informações do próprio hospital, na sequência da várias passagem à reforma e de cessação de diversos contratos, o Serviço de Ginecologia/Obstetrícia terá perdido um total de seis médicos, perda esta relativamente à qual a direcção daquela unidade hospitalar alega hoje não ter meios para ultrapassar. Estando proibida de recorrer à bolsa de recrutamento, e tendo já ultrapassado o número de horas extraordinárias legalmente admissíveis, a impossibilidade de preenchimento da escala de serviço para o mês de Novembro actualmente em curso parece ser já uma realidade de facto.

Contra quem vive, trabalha e estuda em Aveiro

Folheto «Acabar com a Moveaveiro é um crime»A argumentação para a liquidação da Moveaveiro é completamente falaciosa. Testemunha, em si mesmo, a intenção de entregar a privados os serviços mais rentáveis, deixando ao critério do lucro a oferta de mobilidade no concelho de Aveiro e retirando horizontes aos trabalhadores respectivos. O PCP opõe-se a essa intenção e denuncia-a no folheto em distribuição no concelho.

Ministério da Saúde insensível a queixas dos aveirenses

Em 18 de Outubro de 2008, o Grupo Parlamentar do PCP questionou o Ministério da Saúde sobre a ausência de médico dentista a prestar serviço do Centro de Saúde de Aveiro.

Na resposta, que o Ministério agora faz chegar ao Grupo Parlamentar deste Partido, é revelada a falta de respeito pelos utentes deste Centro de Saúde.

Às três questões colocadas, o Ministério nada responde, refugiando-se em formulações vagas.
Não assume qualquer compromisso quanto à substituição da médica dentista que ali exercia, ainda que fossem só 12 horas por semana.

Nota de imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

Sinal de perigo de despesas - AtençãoA maioria PSD/CDS da Câmara Municipal de Aveiro acaba de lançar mais uma operação de ataque aos interesses dos cidadãos, deitando fora uma das suas promessas eleitorais.

Antes das eleições autárquicas, Ribau Esteves anunciara o objectivo de reduzir as áreas de estacionamento pago. Como o PCP denunciou em Setembro, ao fim de dez meses nem um lugar de estacionamento pago tinha sido eliminado. Agora, com o Plano aprovado em Câmara Municipal e que entrou em vigor a 1 de Janeiro, os aveirenses puderam constatar que foi feito foi exatamente o contrário do prometido: o estacionamento pago passou de 1963 lugares para 2294 – um aumento de 17%.


Comunicado da Comissão Concelhia de Aveiro

 
COMUNICADO À POPULAÇÃO
DO CONCELHO DE AVEIRO
Depois do Governo com o OE 2015,
a CM Aveiro prossegue o saque!

Assaltante entra pela janelaA Comissão Concelhia de Aveiro do PCP, a propósito do desenvolvimento dos trabalhos da sessão de Novembro da Assembleia Municipal, vem alertar para as gravosas consequências para a vida da população que decorrem da aprovação das propostas do Executivo camarário PSD/CDS.

Boletim informativo da célula MoveAveiro do Partido Comunista Português

A VOZ DO
Setembro 2014

TRABALHADOR
Boletim informativo da célula MoveAveiro do Partido Comunista Português

Depois de anos de asfixia das autarquias
locais nos Governos PS, este Governo
PSD-PP em vez de contribuir para resolver
as dívidas e apertos das Câmaras e
Juntas de Freguesia, está a incentivá-las a
por fim às Empresas Municipais,
entregando a privados os serviços que até
aí eram públicos.
Assim centenas de trabalhadores estão a
ver o seu posto de trabalho extinto,
engrossando a grande lista de
desempregados do nosso País.
Entre outros, este foi o caso da
Moveaveiro que, de um dia para o outro,
viu as suas carreiras mais rentáveis
entregues a uma operadora privada, o que
resultou na dispensa de parte dos seus
funcionários, empurrados para trabalhar
no privado.
Estes trabalhadores são forçados a
trabalhar de sol a sol para que o seu
salário possa ser equiparado ao anterior,
uma vez que necessitavam de poder
continuar a pagar as suas despesas.

É através dessa exploração que a
operadora privada consegue efectuar o
serviço com menos trabalhadores. Ao
mesmo tempo, o encurtamento dos
itinerários, passando sobretudo pelas
estradas principais e não pelas interiores,
levou a um pior serviço para a população e
ao aumento dos lucros da operadora
privada.
Nesta altura, o PCP relembra que já houve
uma Rodoviária Nacional e carreiras da
CP que serviam as localidades. Desses
serviços já nem se ouve falar, mas o facto
é que um dia existiram e hoje não existem
mais, e assim poderá acontecer com a
Moveaveiro e por isso é fundamental que
os seus trabalhadores digam não à
privatização e não à concessão das linhas
e que o serviço dentro do concelho de
Aveiro seja totalmente assegurado por
uma Moveaveiro pública e de qualidade,
tanto para os trabalhadores, como para os
passageiros!

Partido Comunista Português
aveiro.pcp.pt | www.pcp.pt

CRISE? PARA QUÊ E PARA QUEM?

Em nome da economia do nosso país
e sempre sob a capa da Troika, o
governo liderado por Passos Coelho e
Paulo Portas (PSD e CDS) sacrificam
os mesmos de sempre, ou seja, os
trabalhadores, para beneficiar o
grande capital. Não é á toa que cada
dia que passa os trabalhadores vêem
os seus direitos mais básicos serem
sonegados: cortes nos salários,
crise que existe é a falta de valores daqueles
que nos governam, que entregam, de mão
beijada, um país inteiro ao grande capital e
esquecem-se das portuguesas e dos
portugueses. A situação do BES e o que se
passou é o exemplo mais recente de como
funciona o capitalismo: os grupos
económicos enchem-se com o dinheiro do
povo e quando se lhes descobre os crimes e
os“buracos” aí vai o Governo a correr encher-
lhes novamente os bolsos para
evitar a “crise”.
redução de dias de férias, aumento de
carga horária, menor indemnização em
caso de despedimento e mais
facilidades para as empresas poderem
despedir os seus funcionários são
exemplo desta situação.
Em nome da crise, dizem eles. Mas
qual crise? Mas quem é que provocou
a crise? Foram os trabalhadores? Será
que o dinheiro que existia antes da
crise não é o mesmo que existe
agora? Ou será que está nas mãos de
grandes grupos económicos que
ganham a vida a destruirem
sociedades por esse mundo fora? A
--

crise que existe é a falta de valores daqueles
que nos governam, que entregam, de mão
beijada, um país inteiro ao grande capital e
esquecem-se das portuguesas e dos
portugueses. A situação do BES e o que se
passou é o exemplo mais recente de como
funciona o capitalismo: os grupos
económicos enchem-se com o dinheiro do
povo e quando se lhes descobre os crimes e
os“buracos” aí vai o Governo a correr encher-
lhes novamente os bolsos para
evitar a “crise”.
Os direitos dos trabalhadores
estão a ser ameaçados de uma
forma víl e calculista. Caminha-
se para uma sociedade
selvagem, de miséria, sem ter as
mais básicas necessidades
asseguradas pelo Estado, o que
contraria a Constituição.
Onde está a justiça social
quando os ricos estão cada vez
mais ricos e os pobres cada vez mais
pobres? É por isso que é preciso lutar, nunca
baixar os braços para defender os nossos
direitos!
---

LUTAR: É PRECISO E VALE A PENA!

Perante todos os ataques de que somos
alvo, nós, o trabalhadores só temos uma
hipótese: lutar. Se lutarmos podemos
até não ganhar, mas se não lutarmos,
de certeza que perdemos tudo o que
temos.
Ao longo dos últimos anos, os
trabalhadores têm travado importantes
lutas pelos seus direitos e em várias
delas têm sido vitoriosos, mostrando
que lutar não é só necessário, mas
também é útil e vale a pena!
Entre os muitos exemplos que poderiam
dar-se há um que diz particularmente
respeito aos trabalhadores municipais
da Moveaveiro: a luta pelas 35 horas
semanais. Em Aveiro, a Câmara
Municipal decidiu impor aos
trabalhadores um horário de 40 horas
por semana, seguindo as instruções do
Governo.
No entanto, não é assim em todo o lado.
Aliás, na verdade, não é assim em
quase lado nenhum! É importante que
os trabalhadores saibam que em 80%
das autarquias locais os trabalhadores
conseguiram que as Câmaras
chegassem a acordo com o Sindicato
dos Trabalhadores da Administração
Local (STAL) para que horário se
mantivesse em 35 horas, demonstrando
que quando se luta pode mesmo
conseguir-se vencer.
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Esta é uma prova que não há troika,
nem Presidente de Câmara, nem
Primeiro Ministro, que possa mais do
que os trabalhadores unidos e a lutar
com o seu sindicato. Por isso, o PCP
não tem dúvidas em apelar aos
trabalhadores da Moveaveiro que, em
coordenação com os trabalhadores da
autarquia do concelho, se reúnam e
discutam as melhores formas de levar a
cabo esta luta, sem medo de usar o
exemplo de quase todas as outras
autarquias do país para dar mais força à
sua luta.
As 35 horas semanais são uma
conquista fundamental, que garante
mais emprego e melhor qualidade de
vida, quer aos trabalhadores, quer à
população que usufrui dos serviços da
Câmara. Além do mais, a passagem de
35 para 40 horas semanais sem
aumento salarial constitui um roubo,
uma vez que pelo mesmo salário os
trabalhadores estão a trabalhar mais
uma hora por dia!
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MARCA JÁ NA
26 SET
TUA AGENDA!
17h00
Lanche-convívio
dos trabalhadores da MoveAveiro
Centro de Trabalho do PCP em Aveiro

HÁ ALTERNATIVA:
OS VALORES DE ABRIL
 Partido aveiro.pcp.pt Comunista | www.pcp.pt
 Português
NO FUTURO DE PORTUGAL!
De todas as mentiras que nos tentam
impingir, a maior é a de que não há
alternativa e, por isso, temos de aceitar
todos os cortes e ataques nos nossos
direitos que nos queiram impor!
Com o PCP não é assim, temos a certeza
que, tal como no passado, com o 25 de
Abril, com a luta do povo português é
possível inverter este rumo de desastre e
colocar Portugal novamente num rumo de
progresso, justiça e desenvolvimento.
trabalho, melhorar a vida de cada um e
dinamizar a economia nacional, com um
mercado interno mais activo!
3) Apostar na produção nacional, criando
condições para que as pequenas e
médias empresas, os agricultores, os
pescadores e todos os que produzem em
Portugal não sejam sufocados pelos
impostos e custos dos factores de
produção altíssimos e preços de venda
abaixo do preço de produção!
A par da demissão do Governo e do
cumprimento pleno da Constituição
Portuguesa, seja qual for o Governo em
funções, defendemos que há 6 medidas
fundamentais para salvar o país:
1) Renegociar a dívida nos seus prazos,
juros e montantes – para não andarmos a
gastar mais em dívida que em Saúde ou
Educação e não andarmos a pagar algo
que não nos diz respeito (a dívida privada
que o Estado assumiu)!
4) Taxar as grandes fortunas e os lucros
milionários, invertendo a política fiscal que
rouba a quem tem menos e liberta quem
tem mais, aprovada por PSD, CDS e PS,
e fazendo o país mais justo e mais capaz
de fazer face às despesas que tem
5) Nacionalizar os sectores-chave da
economia (banca, transportes, energia,
etc.) para dotar Portugal de capacidade
de gerir a sua economia e pôr os serviços
públicos ao serviço do povo e do país!
2) Devolver tudo o que foi roubado nos
salários e pensões, fazendo justiça a
todos os que sem culpa alguma viram a
sua vida degradar-se nos últimos anos, e
valorizar salários e pensões de reforma –
para introduzir justiça na retribuição do
6) Romper todos os compromissos
internacionais que procuram amarrar
Portugal à exploração e à austeridade,
como os acordos com a troika e o Tratado
Orçamental!
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ADERE AO PCP!
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Av Lourenço Peixinho 168 / 3800 - 161 Aveiro ou Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.


Nota de Imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

A Comissão Concelhia de Aveiro do Partido Comunista Português vem denunciar que a adesão do Município ao Fundo de Apoio Municipal (FAM) não é obrigatória, em virtude do Plano de Saneamento Financeiro (PSF) em curso.

O PCP desde o início do procedimento de lançamento do FAM pelo Governo PSD/CDS sempre se opôs ao mesmo, por um vasto leque de motivos que, sumariamente, se descrevem desde a inaceitável ingerência e ataque à autonomia e independência financeira, política e administrativa do Poder Local, pelos tremendos custos económicos e sociais para as populações dos municipios abrangidos, pela incapacidade do FAM em resolver os problemas financeiros de fundo das autarquias endividadas como Aveiro.

Na Câmara Municipal de Aveiro

Durante a campanha eleitoral para a eleição da Câmara Municipal de Aveiro, em 2103, a coligação PSD/CDS encabeçada por Ribau Esteves apresentou, como principais argumentos eleitorais imediatos, um conjunto de promessas intituladas "DEZ MESES, DEZ AÇÕES URGENTES".

Não aceitando o esquecimento de promessas feitas e, muito menos, que PSD-CDS tentem, escamoteando a realidade e ofendendo a inteligência dos aveirenses, fazer passar imagem de que cumpriram o prometido, o PCP apresenta à população o balanço do incumprimento de um programa cujo único objetivo foi o de "caçar votos".

 a adesão ao FAM não é a solução necessária para Aveiro. O equilíbrio temporário das contas terá como custo inaceitável, o aumento da carga fiscal sobre a população, a destruição de diversas políticas públicas e serviços públicos e do emprego público na autarquia

A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP vem tomar posição pública relativa à anunciada intenção do executivo camarário, de maioria PSD/CDS, em recorrer ao Fundo de Apoio Municipal (FAM), bem como ao fundo de emergência associado.

A situação financeira da CMA, como é do conhecimento público, é muito grave, sendo esta situação da responsabilidade política dos sucessivos executivos municipais do PS e da coligação PSD/CDS, e das medidas dos sucessivos Governos, PS e PSD/CDS, que retiraram milhões de euros ao Poder Local, limitando a sua capacidade financeira e autonomia.

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