Na passada 2ª feira, 12 de Fevereiro, a deputada do PCP esteve no concelho de Castelo de Paiva para, junto com uma delegação de militantes do concelho, fazer uma visita a várias partes do concelho onde a terra ainda arde, quatro meses depois dos tristemente célebres incêndios de 15 de Outubro de 2017.

O PCP manifesta profunda preocupação com esta situação chamando a atenção para os problemas que no curto e médio prazo podem advir para os cursos de água, deslocamentos de terras e, com o regresso de temperaturas mais elevadas, reacendimentos de incêndios com dimensões e consequências imprevisíveis.

O PCP considera que o Governo e a protecção civil devem olhar para esta situação com plena noção da sua gravidade - um incêndio que, na prática, permanece aceso há 4 meses, apesar do frio e da chuva - e para o seu potencial destrutivo. Note-se que há vários exemplos no mundo de movimentos de populações forçados como consequência dos fumos libertados e danos para as terras causados por situações semelhantes.

O PCP questionará o Governo sobre a propriedade das terras e as medidas que tomou e planeia tomar no futuro imediato para impedir qualquer consequência decorrente desta situação extremamente grave.

A Comissão Concelhia de Castelo de Paiva do PCP
Castelo de Paiva, 14 de Fevereiro de 2018

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