Uma delegação do PCP esteve em contacto com os trabalhadores de várias empresas do Grupo Simoldes para distribuir um documento em que se denunciavam alguns dos problemas que eles enfrentam no seu quotidiano.

Como se tem vindo a denunciar, neste grupo empresarial, que investe tantos milhões na sua expansão, com um enorme volume de vendas, não é compreensível que recorra a empresas de aluguer de mão-de-obra, para contratar trabalhadores. Quem aqui trabalha com vínculos precários, mas ocupa postos de trabalho permanentes, a única certeza que tem é a incerteza quanto ao seu futuro, apesar deste grande grupo que é a Simoldes ter um futuro bem claro e prospero.

Para além da precariedade, também a imposição dos bancos de horas, que não passam de um depósito de horas de trabalho não remunerado, é uma realidade. Para quem se recusa a aceitar os bancos de horas, a ameaça e repreensão são uma constante.

Tal como se afirmava no documento do PCP, o tempo de lutar por uma vida melhor é agora.Uma vida sem precariedade, em que trabalho e tempo livre sejam conjugáveis, com remunerações de forma a ter dignidade hoje e, mais tarde, na pensão de reforma.

O Gabinete de Imprensa da Dorav do PCP
6 de Junho de 2018


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