Espinho

Espinho acolheu debate "Por que lutam os comunistas? História, Identidade e Projecto do PCP", com Albano Nunes

Na noite da passada 6a feira, o Centro de Trabalho do PCP em Espinho foi pequeno para acolher as várias dezenas de pessoas que a ele se deslocaram para participar na iniciativa "Por que lutam os comunistas? História, Identidade e Projecto do PCP", que contou com a participação de Albano Nunes, dirigente histórico do PCP e membro da sua Comissão Central de Controlo.

Para arrancar o debate, o dirigente comunista sublinhou o carácter único do PCP enquanto partido de classe, defensor da classe operária e de todos os trabalhadores, fazendo a ponte entre a Revolução de Outubro (que ainda há menos de uma semana comemorou o seu 100º Aniversário) e a fundação do Partido Comunista em Portugal.

Teve lugar no passado sábado, 28 de Janeiro, a apresentação do livro "Histórias da clandestinidade" de António Gervásio. Esta iniciativa contou com a presença do autor e de Lina Maltez, de quem ficou a cargo a introdução da discussão.

Foi perante uma assistência que encheu por completo o salão do Centro de Trabalho de Espinho do PCP, que o histórico dirigente comunista alentejano relatou alguns marcantes episódios da luta clandestina que o PCP dirigiu pelo derrubamento do fascismo em Portugal.

Foi inaugurada no passado sábado - 20 de Maio -, no Centro Multimeios de Espinho, a exposição do PCP que assinala o centésimo aniversário da Revolução Socialista de Outubro. A ocasião foi participada por dezenas de espinhenses que puderam tomar parte nos dois momentos da iniciativa: primeiro, o debate sobre o tema, em seguida, um concerto evocativo, pelo "Trio com Paredes de Vidro".

No debate, que contou com o dirigente comunista João Frazão como orador principal, sublinhou-se um carácter absolutamente extraordinário do conjunto de conquistas que, em todos os campos, a Revolução de Outubro trouxe não apenas à Rússia (posteriormente União Soviética), mas a todo mundo. Abordou-se ainda o indispensável contributo dado pela URSS para impedir o nazi-fascismo de proliferar à escala planetária, bem como o desequilíbrio internacional que o desaparecimento da União Soviética trouxe e como isso fez do mundo um lugar mais inseguro.

De acordo com as Estatísticas do Emprego publicadas pelo INE, havia 549.500 desempregados no terceiro trimestre de 2016, tendo este número diminuído, quer face ao trimestre homólogo de 2015, quer face ao trimestre anterior, situando-se a taxa de desemprego em 10,9%.

Em nota pública, a CGTP-IN considera que o número real de desempregados e subempregados é bastante superior -1 milhão e 72 mil-, contabilizando o subemprego a tempo parcial, os desempregados em contratos emprego-inserção, em programas de estágio e os inscritos indisponíveis mas que procuram emprego.

Por sua vez, o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), revela que o número de desempregados registados no Concelho de Espinho no mês Outubro de 2016 é de 2.608 (1.422 mulheres e 1.186 homens).

Na sequência de um protesto de trabalhadores do INEM em Espinho, veio a público a intenção do INEM de dar a ambulância que faz serviço no nosso concelho aos Bombeiros.

Sendo muito nobre o princípio de apoiar mais o importantíssimo trabalho dos bombeiros – confrontados com falta de meios, por via da errada política de direita de PS, PSD e CDS, há anos –, esta é, porém, uma decisão profundamente inconsequente, errada e de difícil explicação lógica.

Sob o lema "É justo, possível e necessário: devolver a urgência a Espinho", teve lugar na noite de dia 14 de Outubro um debate promovido pelo PCP na Junta de Freguesia de Espinho. Os oradores desta iniciativa foram António Moreira da Costa (médico espinhense) e Diana Ferreira (deputada do PCP na Assembleia da República).

Durante a sessão, que contou sempre com a sala a transbordar pelas mais de 60 pessoas que marcaram presença, abordou-se a história do encerramento da urgência em Espinho (há cerca de uma década, promovida pelo Governo PS/Sócrates) e as gravosas consequências para a população, que viu o atendimento permanente "trocado" por uma ambulância - que agora ninguém sabe bem o serviço que realiza.

Aproveitando a deslocação a Espinho, no passado dia 20 de Fevereiro, da deputada do PCP, Diana Ferreira, para contactos com os passageiros do “Vouguinha” e esclarecimento das posições do PCP quanto à Linha do Vouga, a Comissão Concelhia de Espinho do Partido Comunista Português convidou a Comissão de Utentes do Hospital de Espinho para um encontro.

Com a presença da deputada, de membros da Comissão Concelhia de Espinho do PCP e da referida Comissão de Utentes trocaram-se opiniões e apurou-se que a recolha de assinaturas tem ultrapassado as melhores expectativas. A deputada forneceu alguns pormenores técnicos acerca do melhor enquadramento legal para o objectivo de reabrir no Hospital de Espinho uma Urgência Básica. Foi também interrogada acerca da melhor metodologia para a optimização da visibilidade na entrega dos largos milhares de assinaturas já recolhidas e ainda a recolher até ao dia 25 de Março, data-limite que ficou estabelecida e após a qual a Comissão de Utentes anunciará o momento da entrega formal das assinaturas recolhidas na Assembleia da República.

Nota de Imprensa da Comissão Concelhia de Espinho do PCP

Recorrendo aos dados publicados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), verifica-se que o número de desempregados registados no Concelho de Espinho no mês de ABRIL de 2016, é de 2.692 (1408 mulheres e 1284 homens), menos 96 que no mês de Março.

Nestes 2.692 desempregados registados não estão considerados 262 “desempregados ocupados” que não contam como desempregados embora na realidade o sejam.

O número de desempregados registados representa 18,5% da população activa do Concelho contra 9,42 % no Distrito. Espinho é o quarto Concelho com mais desempregados registados dos 19 existentes no distrito, depois de Aveiro, da Feira e de Ovar.

As mulheres são as mais afectadas (52,3% dos desempregados registados no Concelho).

Os desempregados de longa duração são 59,7% dos desempregos registados no Concelho.

Os desempregados registados com idade inferior a 25 anos são 12,5%, com idade entre os 35 e os 54 anos são 46,7% e com 55 ou mais anos são 23,5%.

Na passada sexta-feira, activistas do PCP estiveram em contacto com os trabalhadores da Tapeçaria Ferreira de Sá, concretizando assim mais uma etapa da segunda fase da campanha «Mais direitos, mais futuro, não à precariedade!».

Nos contactos estabelecidos foi possível confirmar que, apesar da visível expansão da unidade fabril espinhense, subsistem situações de trabalho precário, contratação a prazo e recurso abusivo a estágios profissionais.

Mais se acrescenta que, apesar dos lucros e da insistência nos chavões da «responsabilidade social», está em marcha na empresa um processo de desvalorização salarial desde o início do ano.

Como é sabido, desde o início do ano o SMN foi estabelecido nos 557€. Ora, é oportuno relembrar que, desde o Verão passado (na sequência da intervenção pública do PCP), o salário dos trabalhadores da Tapeçaria Ferreira de Sá era 20€ superior ao Salário Mínimo Nacional (SMN), ou seja, 550€, porém, agora os trabalhadores vêem-se agora sem nenhuma actualização para lá do estabelecido legalmente, regressando assim ao salário mínimo e, nessa medida, sofrendo uma desvalorização salarial de 20€ mensais!

Na 5a feira, dia 19 de Maio, teve lugar a reunião regular da Comissão Concelhia de Espinho do Partido Comunista Português.

Neste encontro do organismo de direcção dos comunistas espinhenses abordou-se os desenvolvimentos da situação nacional e local, traçando-se algumas linhas mestras para intervenção dos próximos meses, dando corpo às decisões tomadas pela última Assembleia de Organização Concelhia.

Do quadro nacional, sublinhou-se a importância da concretização das políticas de reversão de algumas das mais gravosas medidas dos últimos 4 anos, dando destaque a todos aspectos que contaram com o imprescindível contributo do PCP com propostas de alteração e de inclusão ao OE 2016, projectos de lei e outras iniciativas.


Para o topo