Oliveira de Azeméis

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP esteve junto da população de Nogueira do Cravo para dar a conhecer a campanha «Água privada, água mais cara».

O PCP pôde ouvir as queixas e reclamações dos Nogueirenses que não têm ainda nem água nem saneamento da rede mesmo que, nalguns casos a instalação na rua já esteja feita.

Para os que já usufruem dos serviços da Indaqua é inadmissível que o aumento tenha sido tão grande comparativamente quando a gestão da água pertencia ao Município.

Mais uma vez, a população está de acordo com o PCP defendendo que os serviços públicos e neste caso, essenciais à vida, devam estar ao serviço da população e não ao serviço de empresas que enriquecem à custa da população.

O PCP defende que a água e saneamento devem ser públicos e acessíveis a todos.

A deputada do PCP Diana Ferreira e membros da Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP, concentraram-se junto do balcão da CGD em Nogueira do Cravo para, junto com a população, protestarem contra o seu encerramento, anunciado para o dia 30 de Junho.

Para o PCP é inaceitável o encerramento deste balcão que actualmente serve sete freguesias.

A CGD é um banco público que deve cumprir a sua função de proximidade com a população, sobretudo com os reformados e as micro, pequenas e médias empresas da região.

A deputada Diana Ferreira irá questionar o governo sobre o anuncio do encerramento da CGD em Nogueira do Cravo, uma vez que não se percebem os critérios para que tal aconteça.

 

Oliveira de Azeméis, 19 de Junho de 2018
A Comissão Concelhia de Oliveira de Azemeis do PCP

A Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP teve conhecimento da intenção do Governo encerrar o balcão da CGD na freguesia de Nogueira do Cravo, em Oliveira de Azeméis no próximo dia 30 de Junho.

O PCP opõe-se frontalmente a esta decisão, ditada por critérios economicistas e de desvalorização da CGD. Enquanto banco público, a Caixa Geral de Depósitos deve estar ao serviço das micro, pequenas e médias empresas e manter um papel importante no apoio à economia nacional e às famílias portuguesas, dando um significativo contributo para as receitas nacionais.

A agência que o Governo quer encerrar no Concelho, para além do seu papel económico tem também uma função social muito importante, sobretudo para os reformados e pessoas mais idosas que perdem um imprescindível serviço público de proximidade; note-se que, nesta freguesia, existiram em tempos três agências bancárias, estando este serviço actualmente assegurado pelo banco público.

Uma delegação do PCP constituída pela deputada na Assembleia da República Diana Ferreira, por Ana Isaura Costa, Raul Silva e António Rocha, foram recebidos pelo Director do Agrupamento de Escolas de Fajões, António Camilo.

Esta escola com praticamente 40 anos de existência nunca sofreu qualquer intervenção de fundo, sendo notável a passagem do tempo. Chove nalgumas salas, há muita humidade e a cobertura ainda é de amianto. Dado o elevado número de alunos esta escola conta ainda com 4 Monoblocos onde são dadas aulas. Por incrível que pareça as salas dos monoblocos conseguem ter mais condições que a maioria das salas existentes.

A escola de Fajões, é uma escola de referência em Oliveira de Azeméis, no entanto a degradação das suas condições pode levar os alunos a fugir para concelhos vizinhos, nomeadamente para São João da Madeira, paredes meias com a freguesia de Macieira de Sarnes.

O ano passado, as candidatas da CDU às eleições autárquicas já aqui tinham estado e na altura a escola já tinha um projecto aprovado pelo Norte 2020 na ordem de dois milhões de Euros. Neste momento o Director não sabe quando, nem como irão ser feitas as obras, e ainda não teve nenhuma resposta por parte da autarquia.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP esteve em contacto com a população Oliveirense no mercado municipal, no passado sábado dia 7 de Abril, no âmbito da divulgação da campanha “Água privada, água mais cara”.

Bem recebida, a delegação do PCP ouviu as queixas e criticas dos Oliveirenses ao negócio da água em Oliveira de Azeméis. Todos se queixam que o preço da água aumentou bastante.

Alguns ainda se queixam de pagar taxas de saneamento na factura da Indaqua mesmo não tendo saneamento ligado à sua habitação, sendo duplamente prejudicados pois, quando ligam à Câmara para virem despejar a sua fossa séptica ainda tem de pagar por este serviço à autarquia.

Esta situação é escandalosa e só prova que a parceria com a Indaqua só veio prejudicar os Oliveirense que se mostram indignados com este processo que tem sido ruinoso para a sua população e que só faz lucrar a Indaqua.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP esteve em contacto com a população na feira de Cesar no passado sábado dia 17 de Março, no âmbito da campanha de divulgação “Água privada, água mais cara”. Aí puderam sentir a indignação dos Cesarenses que recentemente receberam uma carta da Indaqua, onde lhes era imposto a obrigatoriedade de ligação à rede de água publica, sem que haja saneamento.

Os Cesarenses afirmam resistir pois não se acham obrigados a pagar por um serviço que, em primeiro lugar não necessitam, pois têm água dos próprios poços, em segundo lugar porque sabem que a Indaqua apenas quer receber o dinheiro do aluguer do contador da água, para gerarem ainda mais receitas, pois o saneamento de momento não passa senão de um desejo dos Cesarenses.

O PCP defende que a água e saneamento deveriam ser públicos e acessíveis a todos.

O PCP apela aos Oliveirenses que se associem à luta pela reversão do contrato com a Indaqua e pela defesa da água como bem publico e universal.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP realizou à porta da Simoldes Plásticos, uma acção de contacto com os trabalhadores, no quadro da campanha “Valorizar os trabalhadores, Mais Força ao PCP!”

A Simoldes anunciou em Fevereiro um investimento de 20 milhões de euros num centro de testes para o grupo em Oliveira de Azeméis e a criação de mais 400 postos de trabalho este ano para Portugal.

Actualmente o volume de negócios do Grupo Simoldes ultrapassa os 600 milhões de euros, e integra 32 empresas em vários países, lidera as exportações nacionais do setor ao absorver 20% das transações com o mercado externo e emprega mais de 5000 trabalhadores em todo o mundo.

Segundo António Rodrigues, patrão da Simoldes e quinto homem mais rico de Portugal, não se pode esquecer “a vertente humana necessária para concretizar tal crescimento”.

Palavras doces, que contrastam com uma realidade bem mais amarga. Fica por explicar porque é que uma empresa com este caudal de produção e implantação nacional e internacional, recorre a trabalho precário! Afinal, quem investe tantos milhões na expansão da fábrica/grupo, não estará seguramente a achar que vai ter uma quebra súbita nas vendas ou que a actual fase é boa por causa de uma encomenda pontual! Mesmo admitindo que possa ser necessário ter em conta que há flutuações na procura, quem investe assim terá sempre necessidades de mão de obra permanente.

Realizou-se no passado sábado, na Casa das Provas em Cesar, a VI Assembleia de Organização de Oliveira de Azeméis do PCP.

Esta Assembleia foi o culminar dum processo preparatório com reuniões, onde os militantes puderam dar os seus contributos com os quais foi elaborado a Resolução Política que a Assembleia viria a aprovar por unanimidade.

Foi um Assembleia participada que contou com várias intervenções dos participantes que salientaram a necessidade de haver melhoria da qualidade de vida num concelho fortemente marcado pela precariedade laboral, pela poluição industrial em grande parte decorrente da falta de saneamento no Concelho, pelo tremendo défice de oferta de transportes públicos ou pelos graves problemas no sector na Saúde e na Educação.

Foram manifestadas ainda preocupações e feitas sugestões para permitir que o trabalho do Partido avance, chamando mais gente ao assumir de tarefas regularmente e a integrar o próprio Partido - pese embora, se terem registado já importantes avanços desde a última Assembleia, há 3 anos atrás.

Discutiu-se ainda e elegeu-se por unanimidade a nova Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP.

O deputado do PCP no Parlamento Europeu Miguel Viegas visitou o Concelho de Oliveira de Azeméis para tomar nota das dificuldades sentidas pelos Oliveirenses com o aumento do custo da água. O PCP sempre denunciou que “Água privada, água mais cara” e a população Oliveirense tem vindo a sentir esse acréscimo no bolso.

Numa factura mensal de água pode-se verificar que a maior percentagem da factura nada tem a ver com o consumo de água propriamente dito, mas com as taxas que se pagam para saneamento e recursos hídricos que chegaram a triplicar agora em 2018.

A água e saneamento deveriam ser públicos e acessíveis a todos, sendo que actualmente há pessoas a pagar saneamento sem terem usufruto deste serviço daí se ter escolhido a Rua Bento Landureza, uma zona habitacional recente, que quem vê pensa que corre tudo bem, no entanto, apesar do saneamento passar na Rua, existem prédios que não têm a ligação feita à Rua. São duplamente penalizados pois pagam as taxas de saneamento à Indaqua e quando a fossa enche têm de recorrer aos Serviços Camarários, pagando novamente pelo serviço. Sendo que o tractor faz a descarga directamente numa tampa de saneamento em plena via publica, na zona da Abelheira.

A Gestamp Aveiro, empresa situada em Nogueira do Cravo concelho de Oliveira de Azeméis, é uma empresa de sucesso em franca expansão, a quem foi atribuído o prémio Best Plant Award 2016 pelo segundo ano consecutivo, pelo seu desempenho na qualidade do serviço que presta aos seus clientes.

Este prémio só foi possível graças à sua tecnologia e à excelente qualidade dos seus trabalhadores.

Actualmente encontra-se a aumentar as suas instalações com o apoio de fundos comunitários.

A Gestamp Aveiro pertence à multinacional Espanhola Gestamp que possui outras unidades em Vendas Novas e Vila Nova de Cerveira, que, só no primeiro semestre do ano, apresentou lucros de 116 milhões de euros, uma subida de quase de 25 milhões face ao mesmo período de 2016. Mas, este sucesso, tem sido conseguido graças à exploração dos seus trabalhadores.


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