Oliveira de Azeméis

A Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP comemorou os 45 anos do 25 de Abril num jantar que juntou mais de duas dezenas de pessoas, e cuja intervenção esteve a cargo de Ana Valente, mandatária distrital da CDU nas eleições ao Parlamento Europeu.

A mandatária da CDU relembrou que o 25 de Abril não se construiu nessa madrugada. O 25 de Abril foi fruto da resistência e da luta de muitos homens e mulheres que ao longo dos tempos foram construindo um país novo, dando um contributo decisivo para o derrube do estado fascista. Para isso, deu exemplos como a greve de 1934, na Marinha Grande, onde os operários vidreiros corajosamente tomaram o poder por algumas horas, sendo depois brutalmente reprimidos pela máquina fascista. E, a crise académica de 62 e 69, que constituíram importantes expressões massivas da resistência estudantil à ditadura.

Desde então, o PCP afirma que Abril, não se comemora 1 dia por ano Abril comemora-se todos os dias, defendo-o. Quando lutamos pela Escola pública, gratuita e de qualidade estamos a comemorar Abril, quando lutamos pelo nosso Serviço Nacional de Saúde estamos a comemorar Abril, quando lutamos por 1% para a cultura estamos a comemorar Abril.

Tendo tido conhecimento de que os trabalhadores do Centro Social e Paroquial de Nogueira do Cravo se encontram com salários em atraso, nomeadamente o subsidio de Natal de 2018, metade do salário de Janeiro e os meses de Fevereiro e Março, o PCP vem por este meio manifestar a sua solidariedade tanto com os trabalhadores, como com os Utentes desta IPSS.

Devido aos salários em atraso, e ao abrigo da lei, vários trabalhadores do Centro Social e Paroquial de Nogueira do Cravo, apresentaram já o pedido de rescisão, por justa causa, dos contratos de trabalho, o que poderá pôr em causa a qualidade dos cuidados prestados aos utentes, crianças e idosos.

Da nossa parte colocaremos a questão na Assembleia da Republica com o intuito de contribuir para um rápida resolução desta situação.

Comemorou-se sexta feira, em Macieira de Sarnes, o 98º Aniversário do PCP, com a participação de cerca de quatro dezenas de pessoas, organizado pela Concelhia de Oliveira do Azeméis do PCP e que contou com a presença de Ana Isaura Costa responsável politica da Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP e Fausto Neves, membro do Executivo da Direcção Regional de Aveiro do PCP e na animação com Miguel Araújo.

Na sua intervenção, Fausto Neves salientou que durante o Fascismo foi o PCP o único partido a recusar dissolver-se perante a ordem nesse sentido dada pelo governo fascista e a entrar na clandestinidade. Isso significou para o Partido, ainda em formação e solidificação, graves provações sendo conhecido um rol único de mártires, assassinados, torturados, enclausurados sem julgamento ou com julgamentos viciados!

Lembrou também o papel do PCP que permitiu a actual solução política e salientou os importantes avanços alcançados, como a recuperação de salários, do subsídio de Natal, dos feriados, na valorização de reformas e pensões, na redução de impostos sobre o trabalho, no apoio às famílias libertando-as dos custos dos materiais escolares, reduzindo propinas e aumentando o abono de família, na concretização da eliminação do Pagamento Especial por Conta que pesava sobre as micro, pequenas e médias empresas e em muitos outros domínios. Pese embora que muito mais longe se poderia ir, se o PS não estivesse agarrado aos constrangimentos do EURO, da Europa e do Capital.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP esteve junto da população de Nogueira do Cravo para dar a conhecer a campanha «Água privada, água mais cara».

O PCP pôde ouvir as queixas e reclamações dos Nogueirenses que não têm ainda nem água nem saneamento da rede mesmo que, nalguns casos a instalação na rua já esteja feita.

Para os que já usufruem dos serviços da Indaqua é inadmissível que o aumento tenha sido tão grande comparativamente quando a gestão da água pertencia ao Município.

Mais uma vez, a população está de acordo com o PCP defendendo que os serviços públicos e neste caso, essenciais à vida, devam estar ao serviço da população e não ao serviço de empresas que enriquecem à custa da população.

O PCP defende que a água e saneamento devem ser públicos e acessíveis a todos.

A deputada do PCP Diana Ferreira e membros da Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP, concentraram-se junto do balcão da CGD em Nogueira do Cravo para, junto com a população, protestarem contra o seu encerramento, anunciado para o dia 30 de Junho.

Para o PCP é inaceitável o encerramento deste balcão que actualmente serve sete freguesias.

A CGD é um banco público que deve cumprir a sua função de proximidade com a população, sobretudo com os reformados e as micro, pequenas e médias empresas da região.

A deputada Diana Ferreira irá questionar o governo sobre o anuncio do encerramento da CGD em Nogueira do Cravo, uma vez que não se percebem os critérios para que tal aconteça.

 

Oliveira de Azeméis, 19 de Junho de 2018
A Comissão Concelhia de Oliveira de Azemeis do PCP

A Comissão Concelhia de Oliveira de Azeméis do PCP teve conhecimento da intenção do Governo encerrar o balcão da CGD na freguesia de Nogueira do Cravo, em Oliveira de Azeméis no próximo dia 30 de Junho.

O PCP opõe-se frontalmente a esta decisão, ditada por critérios economicistas e de desvalorização da CGD. Enquanto banco público, a Caixa Geral de Depósitos deve estar ao serviço das micro, pequenas e médias empresas e manter um papel importante no apoio à economia nacional e às famílias portuguesas, dando um significativo contributo para as receitas nacionais.

A agência que o Governo quer encerrar no Concelho, para além do seu papel económico tem também uma função social muito importante, sobretudo para os reformados e pessoas mais idosas que perdem um imprescindível serviço público de proximidade; note-se que, nesta freguesia, existiram em tempos três agências bancárias, estando este serviço actualmente assegurado pelo banco público.

Uma delegação do PCP constituída pela deputada na Assembleia da República Diana Ferreira, por Ana Isaura Costa, Raul Silva e António Rocha, foram recebidos pelo Director do Agrupamento de Escolas de Fajões, António Camilo.

Esta escola com praticamente 40 anos de existência nunca sofreu qualquer intervenção de fundo, sendo notável a passagem do tempo. Chove nalgumas salas, há muita humidade e a cobertura ainda é de amianto. Dado o elevado número de alunos esta escola conta ainda com 4 Monoblocos onde são dadas aulas. Por incrível que pareça as salas dos monoblocos conseguem ter mais condições que a maioria das salas existentes.

A escola de Fajões, é uma escola de referência em Oliveira de Azeméis, no entanto a degradação das suas condições pode levar os alunos a fugir para concelhos vizinhos, nomeadamente para São João da Madeira, paredes meias com a freguesia de Macieira de Sarnes.

O ano passado, as candidatas da CDU às eleições autárquicas já aqui tinham estado e na altura a escola já tinha um projecto aprovado pelo Norte 2020 na ordem de dois milhões de Euros. Neste momento o Director não sabe quando, nem como irão ser feitas as obras, e ainda não teve nenhuma resposta por parte da autarquia.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP esteve em contacto com a população Oliveirense no mercado municipal, no passado sábado dia 7 de Abril, no âmbito da divulgação da campanha “Água privada, água mais cara”.

Bem recebida, a delegação do PCP ouviu as queixas e criticas dos Oliveirenses ao negócio da água em Oliveira de Azeméis. Todos se queixam que o preço da água aumentou bastante.

Alguns ainda se queixam de pagar taxas de saneamento na factura da Indaqua mesmo não tendo saneamento ligado à sua habitação, sendo duplamente prejudicados pois, quando ligam à Câmara para virem despejar a sua fossa séptica ainda tem de pagar por este serviço à autarquia.

Esta situação é escandalosa e só prova que a parceria com a Indaqua só veio prejudicar os Oliveirense que se mostram indignados com este processo que tem sido ruinoso para a sua população e que só faz lucrar a Indaqua.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP esteve em contacto com a população na feira de Cesar no passado sábado dia 17 de Março, no âmbito da campanha de divulgação “Água privada, água mais cara”. Aí puderam sentir a indignação dos Cesarenses que recentemente receberam uma carta da Indaqua, onde lhes era imposto a obrigatoriedade de ligação à rede de água publica, sem que haja saneamento.

Os Cesarenses afirmam resistir pois não se acham obrigados a pagar por um serviço que, em primeiro lugar não necessitam, pois têm água dos próprios poços, em segundo lugar porque sabem que a Indaqua apenas quer receber o dinheiro do aluguer do contador da água, para gerarem ainda mais receitas, pois o saneamento de momento não passa senão de um desejo dos Cesarenses.

O PCP defende que a água e saneamento deveriam ser públicos e acessíveis a todos.

O PCP apela aos Oliveirenses que se associem à luta pela reversão do contrato com a Indaqua e pela defesa da água como bem publico e universal.

Uma delegação de Oliveira de Azeméis do PCP realizou à porta da Simoldes Plásticos, uma acção de contacto com os trabalhadores, no quadro da campanha “Valorizar os trabalhadores, Mais Força ao PCP!”

A Simoldes anunciou em Fevereiro um investimento de 20 milhões de euros num centro de testes para o grupo em Oliveira de Azeméis e a criação de mais 400 postos de trabalho este ano para Portugal.

Actualmente o volume de negócios do Grupo Simoldes ultrapassa os 600 milhões de euros, e integra 32 empresas em vários países, lidera as exportações nacionais do setor ao absorver 20% das transações com o mercado externo e emprega mais de 5000 trabalhadores em todo o mundo.

Segundo António Rodrigues, patrão da Simoldes e quinto homem mais rico de Portugal, não se pode esquecer “a vertente humana necessária para concretizar tal crescimento”.

Palavras doces, que contrastam com uma realidade bem mais amarga. Fica por explicar porque é que uma empresa com este caudal de produção e implantação nacional e internacional, recorre a trabalho precário! Afinal, quem investe tantos milhões na expansão da fábrica/grupo, não estará seguramente a achar que vai ter uma quebra súbita nas vendas ou que a actual fase é boa por causa de uma encomenda pontual! Mesmo admitindo que possa ser necessário ter em conta que há flutuações na procura, quem investe assim terá sempre necessidades de mão de obra permanente.

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