Dando continuidade à luta travada pelo aumento dos seus salários, os trabalhadores da Flexipol estão a cumprir 4 dias de greve (19, 20, 21 e 22 de maio).

Os trabalhadores tomaram a opção por esta forma de luta, depois de um período de greve à primeira hora de cada turno, seguido de greve às horas extraordinárias e sem que a administração da empresa desse sinais de respeito pelas suas justas reivindicações.

A resposta coletivamente assumida, traduzida pela elevada adesão dos trabalhadores a esta luta, é prova da justeza das suas reivindicações: os baixos salários não podem ser compatíveis com uma empresa com elevados níveis de produção, traduzidos em

grande faturação e que, para isso, conta com trabalhadores qualificados e altamente empenhados.

O PCP sublinha que a justa reivindicação de aumentos salariais não é apenas do interesse destes trabalhadores, mas representa, também, um contributo para contrariar o empobrecimento e a degradação da qualidade de vida a que PS, PSD e CDS sujeitaram o povo português aquando das suas passagens pelo Governo. É também um aviso que se impõe a quem pretenda continuar nessa linha de empobrecimento, caso lhes seja dado poder para tal nas próximas Eleições Legislativas.

O PCP saúda os trabalhadores da Flexipol e solidariza-se hoje, como outrora, com a sua luta, reiterando o compromisso de tudo fazer para lutar pela integração desta na luta mais geral dos trabalhadores, contribuindo para concretizar as soluções necessárias para resgatar o país do declínio nacional e implementar uma política patriótica de esquerda, que recoloque Portugal no caminho de soberania, justiça e democracia que o 25 de Abril permitiu!

A luta continua!

Comissão Concelhia de S. J. Madeira do PCP

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