São João da Madeira

A eleita da CDU, Rita Mendes, na Ass. Municipal de S. João da Madeira apresentou uma moção tomando posição em relação ao hospital do concelho, moção esta que foi aprovada por unanimidade na Ass. Municipal na sequência da discussão dum ponto agendado pela CDU.
A eleita fez aindauma interveção demostrando a solidariedade da CDU para com os trabalhadores, e suas empresas.

A CDU esteve ontem à porta da Oliva para mais uma vez prestar a sua solidariedade e apoio à luta dos trabalhadores em defesa da viabilidade desta importante empresa do concelho e da região.

Conforme tinha sido anunciado, Adelino Nunes, candidato nas listas da CDU ao PE, fez hoje uma declaração pública à porta da empresa TRECAR em S. João da Madeira.

 Última reunião da Comissão Concelhia de S. João da Madeira do PCP analisou a situação política e social do nosso país e diagnosticou de forma mais aprofundada a situação do Concelho de S. João da Madeira. Após esta reflexão, torna pública a sua preocupação com as consequências da gravosa situação a que as políticas desenvolvidas no país o estão a conduzir, baseando-se na constatação da situação particular do nosso Concelho.

Realizou-se no Sábado, no museu da chapelaria em S. João da Madeira, o encontro de quadros CDU do distrito de Aveiro.
Esta iniciativa contou com a participação de Pedro Guerreiro, membro do CC e deputado do PCP no parlamento europeu e Carlos Gonçalves, da comissão politica, comunistas, membros do partido ecologista os verdes e independentes, procuraram reflectir sobre os três actos eleitorais deste ano.

 

Numa visita ao centro de emprego de São João da Madeira pudemos constatar uma situação inaceitável.

Neste centro de emprego, que abrange os concelhos de São João da Madeira, Santa Maria da Feira, Oliveira de Azeméis, Arouca, Vale de Cambra e Castelo de Paiva, os utentes são obrigados a iniciar filas de espera às 4 ou 5 da manhã para serem atendidos.

A Flexitex é uma empresa de tecelagem e tecidos para forrar colchões com cerca de 100 trabalhadores S. João da Madeira. A empresa conta com uma grande carteira de encomendas, mas, a pretexto da crise, e mesmo antes da entrada em vigor da Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro que aprovou o novo Código do Trabalho, terá recorrido aos mecanismos de flexibilização do horário do trabalho, atacando os direitos dos trabalhadores.

Assim, os trabalhadores passaram a trabalhar menos 2,5 horas por dia, as horas do pico do preço da energia, e a "dever", em média, 15 horas por mês à empresa, que compensam por troca directa ao fim de semana, quando o preço da energia é mais barato.
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