TRABALHO HONESTIDADE COMPETÊNCIA

CDU -No concelho e no País
Força necessária
 

Programa Eleitoral (pdf)

É esta a proposta de desenvolvimento que a CDU, Coligação Democrática Unitária, propõe para Arouca. Como se afirma na obra citada no início (e alma mater deste Programa Eleitoral):

“promover desenvolvimento tem que ser procurar a felicidade. E ser feliz é produto de amor. Pelos rios, pelas serras, pelos campos, pelas gentes. Aqui, na nossa terra.”

“Arouca. Desenvolvimento, Ambiente e Recursos Naturais”.
Caderno Temático do PCP – Arouca, Junho de 2013

Olhando hoje para Arouca constatamos que a nossa terra vale pelo que tem de diferente das outras. É nessa diferença, na valorização do que temos, no nosso património (natural, edificado ou imaterial), que nos devemos centrar.

Nesse sentido propomos:

ORDENAMENTO FLORESTAL

Iniciar um processo de ordenamento florestal que contemple: a identificação de zonas prioritárias de intervenção; a plantação de carvalhos, sobreiros, castanheiros; a contenção da expansão desmesurada do eucalipto; a limpeza e manutenção das faixas laterais da rede viária primária e secundária, dos aceiros e dos corta-fogos; o apoio à pastorícia, à apicultura e à pequena agricultura.

Este processo implica o aproveitamento de todos os fundos disponíveis, com a autarquia a dar o exemplo onde é proprietária florestal, a congregar vontades e a disponibilizar apoio técnico aos pequenos proprietários e às associações do sector.

A CDU de Arouca propõe aos arouquenses o programa inscrito no segundo caderno temático da Comissão Concelhia de Arouca do PCP, publicado em 2013.

O que nos propomos é reflectir, ainda que de forma breve e necessariamente incompleta, sobre o que somos e o que temos, sempre na perspectiva de como se articular ambiente e desenvolvimento, sendo que temos de ambiente não o conceito estreito de qualquer valor pontual, mas a largueza e complexidade de tudo quanto rodeia, integra e enforma a actividade humana num determinado território.

Reflectir sobre os recursos naturais de que dispomos, so­bre cada um sugerir medidas e aproveitamentos, para, no final, na união integrada de tudo, termos a perspectiva de um Plano de Desenvolvimento que contribua para a nossa felicidade. Aqui, na nossa terra.

in Introdução

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