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  • PCP alerta - Degradação de condições no Hospital Visconde Salreu

    Ao longo dos últimos anos o Hospital Visconde de Salreu (HVS), Estarreja, tem vindo a sofrer com a perda de valências fazendo-se prever um futuro negro, o seu encerramento, como temos vindo alertar ao longo dos anos.

    É curiosos como se tem habituado as populações às perdas de valências com o embuste de que se está a especializar o hospital naquilo que lhe poderá garantir o futuro . Assim, os sucessivos governos do PS, do PSD e CDS com o apoio do executivo camarário e reforço dos dirigentes políticos locais desses mesmos partidos, retiraram o serviço de urgência deste Hospital, garantindo a consulta aberta e a construção de um novo hospital, algo que ainda não foi visto.

    O bloco operatório iria limitar-se à cirurgia de ambulatório, tornando-se nas melhores do país. Contudo, com o apoio do executivo camarário, foi demolido com a "garantia" da construção de um novo Bloco após as obras de criação da unidade de cuidados paliativos.

  • PCP por uma verdadeira valorização do Hospital de Águeda

    É com profunda preocupação que a Comissão Concelhia de Águeda do PCP recebe a notícia de que o Hospital de Dia Polivalente, onde são prestados cuidados de saúde em regime de ambulatório sem necessidade de internamento, passaria a funcionar no Hospital de Águeda.

    Essa transferência, ainda que temporária, implica um notório atraso na realização dos tratamentos e um transtorno sobejamente maior para os utentes.

    Uma vez que o Hospital de Águeda não conta hoje com um laboratório, os utentes primeiramente terão que se deslocar ao Hospital de Aveiro para a realização de análises, aguardar dois dias pelos resultados e só depois poderão receber o tratamento no Hospital de Dia. Ao contrário do que acontecia quando os serviços estavam concentrados no Hospital de Aveiro em que era possível realizar as análises e receber o tratamento no mesmo dia.

    Acresce que a ligação a Águeda através de Transporte Público é fraca, tornando um verdadeiro entrave ao acesso àqueles que não dispõem de transporte individual.

  • PCP realiza debate para «Devolver a urgência a Espinho!»

    Sob o lema "É justo, possível e necessário: devolver a urgência a Espinho", teve lugar na noite de dia 14 de Outubro um debate promovido pelo PCP na Junta de Freguesia de Espinho. Os oradores desta iniciativa foram António Moreira da Costa (médico espinhense) e Diana Ferreira (deputada do PCP na Assembleia da República).

    Durante a sessão, que contou sempre com a sala a transbordar pelas mais de 60 pessoas que marcaram presença, abordou-se a história do encerramento da urgência em Espinho (há cerca de uma década, promovida pelo Governo PS/Sócrates) e as gravosas consequências para a população, que viu o atendimento permanente "trocado" por uma ambulância - que agora ninguém sabe bem o serviço que realiza.

  • A falta de médicos no CHBV é cada vez mais grave!

    Nas últimas semanas, muito se tem dito e escrito sobre a situação do CHVBV. Perante isto, é evidente que as escalas de médicos do serviço de urgência do CHBV têm estado incompletas, comprometendo os cuidados prestados à população. Houve alguns turnos em que esteve escalado apenas um cirurgião, ao invés dos três que legalmente deveriam estar de serviço. Isto leva inclusivamente a que seja alterada a orientação de doentes urgentes a nível nacional, uma vez que nestes turnos o CHBV deixou de ter capacidade para atender politraumatizados graves.

    Também na escala de Medicina Interna há graves lacunas, havendo turnos por preencher e estando por vezes escalado um interno do primeiro ano da especialidade no lugar de um especialista. Como resultado, há sobrecarga de trabalho para os restantes especialistas escalados e atrasos no atendimento dos doentes.

    O PCP salienta também a falta das especialidades de Urologia e Neurologia no serviço de urgência (esta última apenas disponível 12h por semana), o encerramento da Consulta Urgente de Otorrino e a irregularidade da escala de urgência de Oftalmologia.

  • CDU exige valorização da rede primária de saúde em Oliveira do Bairro

    Uma delegação da CDU composta por vários activistas e por Miguel Viegas e João Sousa, candidatos da CDU às eleições legislativas, esteve este fim de semana em Oliveira do Bairro em mais uma acção de campanha. Contactou com a população que luta há anos contra o fecho dos postos de saúde da Mamarrosa e de Bustos. Graças à luta da Comissão de Utentes da Saúde, foi possível evitar o encerramento e garantir a requalificação da unidade do Troviscal. Porém, conforme foi possível constatar, as condições de funcionamento da Unidade de Saúde Familiar que serve a união destas três freguesias continuam muito precárias. Neste sentido, a CDU continua a exigir a construção de uma nova unidade que possa servir a população e devidamente apetrechada com médicos e enfermeiros, evitando assim os longos tempos de espera para consultas.

  • CDU lamenta ausência de ambulância em São Jacinto

    A CDU organizou este fim de semana uma sessão sobre saúde em São Jacinto. Participaram na iniciativa Miguel Viegas e Cláudia Pereira, candidatos da CDU às próximas eleições legislativas e António Nabais, eleito na Assembleia de Freguesia de São Jacinto e membro da Comissão de Utentes de Saúde de Aveiro. Ao longo do debate, vários foram os assuntos tratados numa freguesia onde as acessibilidades estão sempre fortemente condicionadas pela sua localização geográfica. Neste sentido, é de lamentar que a ambulância dos bombeiros que estava sediada nesta freguesia em permanência, actualmente apenas permaneça nos dias de semana até às 19h.

  • CDU lamenta encerramento das extensões de saúde de Fátima e Requeixo

    Miguel Viegas, candidato da CDU às próximas eleições legislativas reuniu ontem com a Comissão de Utentes de Saúde de Aveiro a propósito do encerramento das extensões de Saúde de Fátima e Requeixo (Aveiro). Apesar do compromisso anunciado pelo ACES do Baixo Vouga em garantir a sua reabertura em Julho com outro médico, a CDU não compreende como não foi possível antecipar a aposentação do médico, deixando as populações sem acesso à consulta.

  • CDU organiza sessão em defesa do Serviço Nacional de Saúde

    A CDU organizou em Fiães, concelho de Santa Maria da Feira uma sessão dedicada â defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS). Na mesa da sessão estiveram presentes Ana Valente e Miguel Viegas, candidatos da CDU às próximas eleições legislativas, Manuel Silva mandatária da CDU, Manuel Lima Bastos, conhecido advogado e escritor, antigo dirigente do MDP-CDE e Manuel Strecht Monteiro, medico e ex-deputado do PS, com larga experiência ao serviço do SNS.

  • Centro de Saúde de São João de Ovar fechado! PCP interpela o Governo

    Centro de Saúde de São João de Ovar fechado! PCP interpela o Governo

    Comissão Concelhia de Ovar do PCP publicado em PCP Ovar

     

  • Deputado do PCP António Filipe reuniu com administração do CHBV

    No passado dia 21 de Outubro, uma delegação do PCP que contou com a participação do deputado do PCP na Assembleia da República, António Filipe, esteve reunida com a Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga em Aveiro.

    Ao longo da reunião com a Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, a Presidente do Conselho de Administração, Dra. Margarida França, deu nota de algumas das alterações decorrentes do momento que atravessamos, como a deslocação da consulta da dor para o Hospital Visconde de Salreu, e mais particularmente, a deslocação do hospital de dia (oncologia) para o Hospital de Águeda. Embora a administração tenha realçado que os serviços estão a funcionar da melhor forma para os utentes, o PCP expressou a sua preocupação e sérias dúvidas quanto a esta alteração, tendo em conta a necessidade de deslocação dos utentes para uma localidade com um tão escasso serviço de transportes públicos, além de que terão que se deslocar em dias diferentes ao Hospital Infante D Pedro, para a realização de análises, e posteriormente para o Hospital de Águeda para a realização do tratamento. Trata-se de uma situação que o PCP considera incompreensível, obrigando estes utentes a deslocações desnecessárias. Também a mobilidade dos profissionais e as condições existentes na unidade de Águeda são elementos que acrescentam sérias condicionantes à solução encontrada.

  • Garantir o direito à saúde ao povo de Estarreja

    À terceira foi de vez!

    O PCP, na Assembleia Municipal de Estarreja de 30 de Setembro, apresentou pela terceira vez uma moção pelo direito à saúde «Garantir o direito à saúde ao povo de Estarreja» Esta moção já tinha sido apresentada em Abril de 2018, tendo sido rejeitada, com os votos contra do PS e do PSD, com o argumento de ser um assunto de elevada importância e merecer uma discussão mais aprofundada.

    Em Junho do mesmo ano, como não tinha sido agendada qualquer Assembleia para discutir a situação da saúde no concelho, a moção foi de novo apresentada à assembleia. Esta moção foi retirada perante o compromisso da mesa da assembleia, de desenvolver as diligências para que este assunto fosse discutido de uma forma mais aprofundada.

  • Greve da função pública reúne profissionais e utentes em concentração à porta do Hospital de Aveiro

    .Numa acção inédita em Aveiro, os vários sindicatos afectos aos médicos, enfermeiros, pessoal auxiliar e administrativo, juntamente com a recém-criada Comissão de Utentes do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, decidiram organizar uma concentração simbólica à porta do Hospital de Aveiro para assinalar a greve geral da função pública do dia 8 e deixar bem claro a mensagem segundo a qual todos, profissionais e utentes encontram-se do mesmo lado da barricada, em defesa do Serviço Nacional de Saúde.

    Assim, entre as 9 e as 11h, várias dezenas de pessoas estiveram concentradas à porta do Hospital, conversando com os utentes e apelando ao protesto e à indignação de todos perante esta política. A situação é gravíssima. Só nos últimos três anos, os cortes na saúde ascendem a mais de 1300 milhões de euros. O orçamento de estado para 2014 vai no mesmo sentido com um corte previsto de mais de 150 milhões de euros. O resultado está à vista de todos e o nosso CHBV não foge à regra. Faltam médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar. Faltam seguranças. Encerram-se serviços. Aumentam as listas e os tempos de espera, simplesmente porque não há médicos suficientes para assegurar o atendimento.

  • Mais um escândalo no Centro Hospitalar do Baixo Vouga

    Há já muito tempo que o PCP tem vindo a denunciar a situação de ruptura ao nível dos recursos humanos do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), com especial destaque para a Medicina Interna, Medicina Intensiva, a Cirurgia, o Serviço de Ortopedia, a Urgência Geral do Hospital de Aveiro e do Hospital de Águeda. Ainda recentemente, e fruto desta situação, foram registados tempos de espera superiores a 7 horas.

    A administração do Hospital, perante esta situação, em vez de contratar mais médicos, tendo em conta as dificuldades objectivas no preenchimento das várias escalas de serviço, tem recorrido sistematicamente a empresas de trabalho temporário, à margem dos acordos firmados, entre o Ministério da Saúde e a classe médica, que prevêem este expediente apenas a título excepcional e em casos pontuais.

    Entretanto, os médicos que asseguram o serviço de urgência do Hospital de Águeda, subcontratados por uma empresa de trabalho temporário, estão sem receber há 5 meses, recusando-se a trabalhar por mais tempo sem receber o que lhes é devido. A resposta da administração do CHBV foi impor a deslocação de médicos da urgência do Hospital de Aveiro para o Hospital de Águeda, agravando, ainda mais, a situação daquele serviço hospitalar.

    O Grupo Parlamentar do PCP, ao tomar conhecimento da situação, interpelou, de imediato, o Ministério da Saúde sobre mais este escândalo, onde se misturam ilegalidades de toda a espécie. O PCP exige que sejam tomadas medidas contra esta empresa que não paga aos seus trabalhadores. Exige, igualmente, que sejam apuradas responsabilidades sobre este recurso, claramente abusivo, a empresas de trabalho temporário para suprir necessidades permanentes de pessoal médico.

    O PCP lamenta, igualmente, que as últimas, mas principais vítimas, prejudicadas por estas políticas restritivas que cortam das despesas sociais do estado, sejam as populações cuja qualidade de vida fica seriamente atingida com a qualidade dos serviços de saúde prestados a ficarem, cada vez mais, em causa.

    Aveiro, 18 de Outubro de 2013

    A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

    Ver Requerimento situação de completa ruptura ao nível dos recursos humanos do Centro Hospitalar do
    Baixo Vouga (CHBV)

  • Miguel Viegas no Centro de Saúde de Vale de Cambra e em Nogueira do Cravo

    Nogueira do CravoNum dia passado no interior do Distrito, sempre na companhia de candidatos e activistas da CDU, Miguel Viegas dividiu o tempo entre Vale de Cambra e Oliveira de Azeméis.

  • O Executivo da DORAV do PCP repudia mais um ataque ao direito à saúde das populações do Distrito de Aveiro

    Serviço Nacional de Saúde ameaçado1. Está em curso mais uma manobra no sentido do aniquilamento do Sistema Nacional de Saúde (SNS), procurando assim desbravar caminho aos grupos privados da saúde. O governo disponibilizou recentemente no site do Ministério da Saúde um “relatório” que propõe uma reorganização completa dos recursos humanos do SNS, numa lógica ainda mais acentuada de concentração de serviços que esvazia por completo um conjunto importante de Hospitais de proximidade. Este “relatório” não pode ser dissociado do Pacto de Agressão, imposto pela troika e aceite de forma completamente subserviente pelo actual governo, e que se traduziu já num corte de 20% no financiamento do SNS entre 2010 e 2012, e na transposição deste encargo para as populações, designadamente através do aumento brutal das taxas moderadoras, ou da diminuição da comparticipação do transporte de doentes não urgentes em ambulância.

  • O POSTO MÉDICO DA MARINHA NÃO PODE FECHAR!

    A população da Marinha e do Bairro Piscatório na freguesia de Silvalde (Espinho) assistiu com estupefacção ao encerramento do seu Posto de Saúde, que servia as populações da zona litoral daquela freguesia.

    Nunca como hoje esta zona foi habitada por tantos espinhenses idosos, com graves problemas de saúde, com dificuldade de locomoção e com parcos rendimentos, os quais, a partir de agora, deverão deslocar-se para a parte alta da freguesia a fim de serem assistidos no Centro de Saúde de Silvalde, sito na zona nascente da freguesia.

    Espinho sempre deu alguma atenção à zona piscatória, a qual, pela sua evidente fragilidade socio-económica, justificou mesmo um Plano de Reabilitação Urbano da Marinha (PRUM), reconhecido e comparticipado pela Comissão Europeia.

    Numa altura de unanimidade dos espinhenses quanto ao nocivo encerramento da Urgência Básica do Hospital de Espinho, fecha-se o Posto de Saúde da Marinha, contrariando grosseiramente as argumentações do Governo PS que, em resposta à Assembleia Municipal de Espinho, justificava o encerramento da Urgência do Hospital, com a Saúde de proximidade assegurada pelos centros de saúde.

  • O SNS é a resposta!

    O país e o mundo atravessam um período especialmente complexo, que exige respostas concertadas, de difícil exigência e no contexto de um período marcado pelo desinvestimento no Serviço Nacional de Saúde, pela submissão do país a interesses da União Europeia e do grande capital, ignorando o potencial alavancador da soberania nacional. A concessão a privados de serviços estratégicos atinge agora o pico das suas consequências, que há muito tempo o PCP denuncia.

    O Hospital Infante Dom Pedro carece já de meios humanos e materiais para dar resposta ao surto epidémico Covid-19, como tem sido amplamente noticiado. A falta de preparação de resposta a esta situação deriva não só dos ataques feitos a este hospital em particular, mas também a todos os outros, cujas urgências e serviços foram perdendo valências ao longo dos anos, resultando na sua aniquilação.

    São disso exemplo o Hospital Visconde Salreu, em Estarreja, cujo serviço de urgência encerrou em 2008; o Hospital Dr. Francisco Zagalo, em Ovar, que dispõe apenas de consulta aberta desde 2007, claramente insuficiente para dar resposta às necessidades das populações; e o Hospital Conde de Sucena, em Águeda, onde muitas as valências foram entretanto encerradas, o que resulta em evidente dano para os utentes.

  • PCP — Na defesa do SNS — Serviço Nacional de Saúde

    Em Março o País foi confrontado com o início do surto epidémico, situação para a qual o País não estava preparado. O SNS e os seus profissionais deram uma excelente resposta, garantindo o acompanhamento necessário a todos aqueles que testaram positivo ao novo Coronavírus.

    A situação que se vive no País e naturalmente no concelho de Oliveira de Azeméis é cada vez mais preocupante em que se destaca entre outros problemas: Consultas atrasadas, novas consultas que não são marcadas, exames de diagnóstico que não se realizam, faltam médicos, enfermeiros, assistentes técnicos e auxiliares de acção médica e os que estão em funções estão exaustos, equipamentos informáticos obsoletos, extensões e centros de saúde encerrados.

    Como insistentemente o PCP vem propondo há longo tempo, para assegurar o combate à doença do Covid 19 é necessário, isso sim, dar prioridade às medidas de reforço da capacidade de resposta do SNS, dotando os hospitais, extensões e centros de saúde dos meios necessários (financeiros, humanos, técnicos e materiais), fundamentais para recuperar as consultas, as cirurgias, os tratamentos e os exames em atraso de forma a prestar os cuidados necessários a todos os portugueses.

  • PCP apela à rápida reabertura das unidades de saúde de Nariz e Requeixo

    A Comissão Concelhia de Aveiro do Partido Comunista Português vem apresentar publicamente a sua preocupação e protesto, ante a situação de concentração dos serviços presenciais de três unidades de saúde (Nariz, Requeixo e Nossa Sr.ª de Fátima) em Nossa Sr.ª de Fátima.

    A situação presente é altamente penalizadora para as populações daqueles territórios do Município de Aveiro, aumentando dificuldades já existentes no acesso aos cuidados de Saúde (com a devida atenção e acompanhamento clínico), num meio em que as acessibilidades já são reduzidas (nomeadamente pela quase ausência de transportes públicos), e sobre uma população maioritariamente envelhecida.

  • PCP apresenta na AR seis requerimentos ao Governo sobre os hospitais da região

    No seguimento da conferência de imprensa realizada esta semana em Aveiro sobre a saúde, nas ligações seguintes podem ser visualizados os requerimentos apresentados pelo PCP na Assembleia da República sobre os Hospitais de

    Assembleia da República

    Águeda,
    Anadia,
    Aveiro,
    S. João da Madeira,
    Salreu e
    Ovar.

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