Trabalhadores

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  • Câmara prepara-se para “enterrar” MoveAveiro – Futuro dos trabalhadores incerto

    No passado dia 3 de Novembro, teve lugar uma reunião entre o Presidente da Câmara Municipal de Aveiro – Ribau Esteves – e os trabalhadores da Move Aveiro (transporte rodoviário e fluvial e estacionamentos).

    Este encontro serviu para confirmar o que já se esperava: apostada na destruição da Move Aveiro, a maioria PSD/CDS, liderada por Ribau Esteves, vem agora apresentar aos trabalhadores uma proposta que poderá representar um futuro de perda de direitos e, em alguns casos, mesmo de emprego.

    Assim, invocando o “cumprimento da lei” para procurar afastar de si a necessária avaliação política de todo este processo, a Câmara vai colocar-se na intermediação da passagem de alguns trabalhadores para os operadores privados que assumirão os serviços concessionados. No que toca aos restantes trabalhadores, alguns serão integrados nos serviços camarários.

  • «Aveiro precisa de transportes públicos de qualidade» - Acção do PCP

    Em virtude dos recentes desenvolvimentos da situação da MoveAveiro e da sua concessão, o PCP realizou no final da tarde de hoje uma acção de esclarecimento junto da população do concelho de Aveiro.

    Concentrados em algumas das principais artérias do concelho, os militantes do PCP envolvidos nesta iniciativa tiveram oportunidade de distribuir um panfleto elaborado para o efeito, bem como contactar directamente com utentes e outros munícipes que só não são utentes porque a oferta pública de transportes os força a fazer do seu carro individual.

    Nos contactos feitos ficou evidente que, tanto ao nível das preocupações com o actual quadro, como do cepticismo face à solução encontrada, há na população aveirense uma grande identificação com os aspectos fundamentais da linha de intervenção do PCP sobre a matéria.

  • CDU em contacto com trabalhadores da Renault

    No dia em que entram em vigor as gravosas alterações legislativas do novo Código de Trabalho, 1 de Outubro, a candidatura da CDU realizou uma acção de contacto com os trabalhadores da Renault Cacia, em Aveiro.

  • CDU reúne com Associação Nacional de Deficientes Sinistrados do Trabalho

    Miguel Viegas, acompanhado de diversos candidatos da CDU às próximas eleições legislativas, teve, ontem, uma profícua jornada, começando com uma reunião com a Associação Nacional de Deficientes e Sinistrados do Trabalho, seguindo-se um périplo por diversas empresas dos concelhos da Feira, Albergaria-à-Velha e Ovar e com encerramento em Oliveira de Azeméis num jantar de militantes e simpatizantes. A reunião com Associação Nacional de Deficientes Sinistrados do Trabalho assume particular importância na medida em que Portugal continua com índices de sinistralidade no trabalho muito acima da média europeia. Pela parte da CDU esta continua a ser uma componente fundamental na defesa dos direitos dos trabalhadores. Tal como no passado, a CDU continuará a propor medidas de acompanhamento mais efectivo às vítimas de acidentes laborais exigindo também mais meios aplicados à prevenção.

  • Comunicado da DORAV do PCP 19 de Novembro de 2016

    A Direcção da Organização Regional de Aveiro (DORAV) do PCP avaliou o processo preparatório do XX Congresso do PCP no distrito de Aveiro. Foram abordados igualmente os principais traços da situação política e as medidas a tomar, quer no plano da intervenção partidária, quer no que toca ao reforço da organização do PCP.

  • Conclusões da Reunião da DORAV de 20 de Maio de 2020

    A Direccção Regional de Aveiro do PCP reunida a 20 de Maio de 2020 analisou a situação nacional, fortemente marcada pelo actual surto epidémico, os seus impactos no tecido produtivo e traçou as orientações de trabalho para intervenção e reforço do PCP no distrito.

    1. A Covid-19 colocou em evidência gritantes desigualdades e injustiças à escala mundial e as notórias fragilidades ou ausência de serviços públicos de saúde em numerosos países capitalistas.

    Veio precipitar e agravar uma nova crise económica, já latente e em desenvolvimento, dando-lhe uma mais ampla dimensão, tal como expôs de forma brutal a natureza exploradora, predadora e agressiva do capitalismo e o seu carácter profundamente desumano.

    2. Igualmente esclarecedora foi a postura da União Europeia e das suas principais instituições, pautada pela ausência de respostas adequadas face à dimensão dos problemas, expondo que a propagandeada “solidariedade europeia” se traduz, na realidade, no “salve-se quem puder”. Posteriormente, procurando ocultar a sua verdadeira natureza, anuncia medidas e intenções que, no essencial, não dão resposta às necessidades imediatas de financiamento dos Estados para acudir à situação social e ao relançamento da actividade económica, empurrando os países para uma espiral de endividamento, associada à imposição de políticas que agridem direitos, deterioram condições de vida e perpetuam situações de dependência.

  • Crianças e pais com direitos, Portugal com futuro!

    Garantir que todas as crianças têm direito a uma vida feliz e a um desenvolvimento integral é um dever da sociedade, mas também é condição para um país desenvolvido.

  • Ilda Figueiredo questiona Parlamento Europeu sobre Apoios comunitários à CACIA

    A CACIA — Companhia Aveirense de Componentes para a Indústria Automóvel, S. A., empresa do Grupo Renault, é uma empresa que se dedica à produção de componentes mecânicos para automóveis e que tem uma unidade industrial em Aveiro.

  • Jerónimo de Sousa participa em encontro entre PCP e independentes em Aveiro

    Teve lugar na noite de 13 de Outubro, na Casa da Comunidade Sustentável, em Aveiro, um encontro entre o PCP e várias dezenas de independentes que acederam ao convite da Organização Regional para debater o actual quadro político e as perspectivas para o futuro.

    Da parte do PCP participou Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, cuja intervenção inicial situou de forma breve o actual momento, na sua complexidade e potencialidades, fortemente marcado pela solução política que se conseguiu criar - com o decisivo contributo do PCP - após as eleições de 4 de Outubro, que significaram a derrota de PSD e CDS e a consequente formação de um Governo do PS. Nesta intervenção foram assinalados aspectos positivos de recuperação de direitos e rendimentos, mas também os constrangimentos que permanecem ao desenvolvimento de uma verdadeira política patriótica e de esquerda - designadamente, a dívida pública, a detenção da Banca maioritariamente por privados e a submissão de Portugal ao Euro.

  • Nem um Direito a Menos

    Uma delegação do PCP contactou hoje com os trabalhadores da Renault Cacia, em Aveiro, numa acção inserida na jornada de contacto sob o lema "Nem um Direito a Menos". Relembramos que esta empresa que, nos anos de 2017 e 2018 arrecadou lucros superiores a 16 milhões de euros, forçou férias aos seus trabalhadores e posteriormente colocou-os em lay-off!

    É um dos exemplos no distrito que ilustra a ofensiva em curso contra os trabalhadores, os seus salários, os seus direitos e o seu emprego. Uma ofensiva sustentada na chantagem, na ameaça e na coação sobre trabalhadores, que invade também o campo da liberdade de acção sindical.

  • Nestlé leva a cabo despedimento colectivo sob a capa de «acordo»

    Ao longo das últimas semanas tornou-se claro o intuito da multinacional Nestlé efectivar, pela primeira vez na história desta empresa em Avanca, um despedimento colectivo de forma camuflada, ou seja, alegando um “acordo” entre a empresa e os trabalhadores.

    O investimento de cerca de 2 milhões de euros e a fusão de linhas de produção não obtiveram os resultados esperados, diminuindo a produção diária. Assim, para diminuir os custos de produção, a empresa está a implementar um despedimento colectivo de alguns dos trabalhadores mais antigos da empresa, sob a capa de “rescisões por mútuo acordo”. Porém, estes foram momentos de chantagem e criação falsas expectativa para que os trabalhadores assinassem o seu próprio despedimento. Assim, ao despedir os trabalhadores mais antigos, que auferem salários mais elevados, poderão diminuir os custos para a empresa através da contratação de jovens trabalhadores com vínculos precários e salários significativamente mais baixos.

  • PCP em contacto com os trabalhadores da Vista Alegre

    Uma delegação do PCP esteve ontem em contacto com os trabalhadores da Vista Alegre, em Ílhavo, numa acção inserida na campanha «Valorizar o trabalho e os trabalhadores. Não à exploração».

    A Vista Alegre, uma das maiores empresas do distrito, que em 2017 e 2018 obteve mais de 4.500.000€ de lucro, e tem já assegurada uma nova encomenda com um valor superior a 16 milhões de euros, aproveitou a boleia da pandemia para justificar a imposição de 3 semanas de férias aos seus trabalhadores e ainda o recurso ao Lay-off parcial.

  • PCP denuncia atropelos aos direitos dos trabalhadores da Yasaki Saltano

    A Yazaki Saltano, estabeleceu-se em Ovar em 1986, chegando a empregar mais de 7000 trabalhadores na década de noventa, anunciando mais tarde, em 2005, o processo de deslocalização e assim reduzir drasticamente o seu contingente de trabalhadores.

    Mas a ganância e a voracidade dos grandes grupos económicos não tem limites. Não contente com este legado, a empresa pretende explorar ainda mais os trabalhadores da Yazaki. Agora o PCP sabe que a Yasaki  Saltano em Ovar, está a coagir os seus trabalhadores a aceitarem o regime de laboração contínua, e ainda, o horário concentrado de 12 horas de trabalho diárias. Esta medida indicia a prática de ilegalidade, e como se não bastasse os trabalhadores denunciam que a proposta de acréscimo à sua remuneração (subsídio de turno), encontra-se fora do intervalo  estipulado por lei, quando o seu trabalho é enquadrado como turno permanente (regime de laboração contínua).

  • PCP denuncia mais um atropelo aos direitos dos trabalhadores no distrito de Aveiro

    Nem Um Direito a Menos!

    Chegou ao conhecimento do PCP mais um caso de atropelo aos direitos dos trabalhadores no distrito de Aveiro, desta feita na empresa Jade, em Albergaria.

    A Jade, empresa de acessórios de luxo, forçou os trabalhadores a «gozar» as férias a que tinham direito, entretanto accionou o lay-off parcial e ainda tem parte dos trabalhadores em teletrabalho recusando o pagamento do subsídio de alimentação. Alguns trabalhadores terão já centenas horas de trabalho acumuladas em banco de horas e ainda assim a empresa terá recusado o uso dessas horas para descanso dos trabalhadores.

    Na Jade acreditamos que a qualidade se faz em equipa. «Em cada colega temos um amigo.» Assim se apresenta a empresa ao exterior, no entanto a realidade é bem diferente.

    O PCP exorta os trabalhadores a não renunciar aos seus direitos e junto com o seu sindicato de classe, reivindicar o cumprimento da legislação em vigor. Os direitos não estão de quarentena!

  • PCP solidário com a luta dos Trabalhadores da Lactogal - Oliveira de Azeméis

     O PCP manifesta a sua solidariedade com a luta dos trabalhadores da Lactogal, em Oliveira de Azeméis, que se encontram em Greve durante 24 horas na defesa de direitos e por melhores salários.

    Os trabalhadores lutam por aumentos dignos de salários, com valor mínimo de 35€. Valor anteriormente acordado com a empresa mas que esta não cumpriu, bem como o direito às diuturnidades para todos os trabalhadores.

  • Pelo direito à mobilidade, com condições de segurança e respeitando os direitos dos utentes e dos trabalhadores

    Tem sido notória a pressão sobre os trabalhadores para retomar a actividade normal dos transportes públicos de passageiros, sem que exista um verdadeiro plano de protecção contra a COVID-19 para o trabalhador e para o utente, aliada às constantes pressões dos grandes grupos de transporte para que seja o Estado e os contribuintes a pagar os custos do que afinal é a sua obrigação contratual.

    Várias Câmaras Municipais do distrito, onde se inclui Oliveira de Azeméis, Santa Maria da Feira e Estarreja, estão neste momento a garantir os transportes dos alunos do 11º e 12º anos, dos respectivos concelhos, quando deveriam ser as empresas Transdev e Feirense a efectuar esse tipo de transporte, havendo inclusive alunos que compraram o passe e cartões pré-pagos nas respectivas empresas e que agora são transportados nos autocarros e carrinhas das Câmaras Municipais.

    Situações como esta são incompreensíveis e carecem de esclarecimentos urgentes para que se identifique o porquê de estas empresas privadas, que colocaram os seus trabalhadores em regime de lay-off, passarem para as Câmaras Municipais o serviço que estão obrigadas contratualmente a efectuar. Como o PCP muitas vezes denunciou "o público é de todos, e o privado só de alguns" e a concessões privadas do serviço público de transporte de passageiros, apenas procuram acautelar os seus lucros, não o direito à mobilidade.

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