Na primeira reunião Assembleia Municipal de Aveiro, ocorrida a 13 de Fevereiro, o PCP manifestou a sua oposição ao parqueamento automóvel pago em zonas do concelho que dão acesso a serviços públicos como é o caso do parque de longa duração que serve o Hospital Infante Dom Pedro e a Universidade, bem como na zona da Forca, onde se localiza a Loja do Cidadão e outros serviços públicos de interesse para os munícipes. Não sendo de interesse turístico e servindo os trabalhadores/estudantes ou utentes o PCP considera que o executivo deveria pôr fim à cobrança nestas zonas, apelando à população que se mobilize também na defesa dos seus direitos.

O PCP levou também à discussão os problemas sentidos pela população pela diminuição da qualidade do serviço prestado pela Veolia na recolha de resíduos sólidos urbanos, afectando principalmente as freguesias periféricas do Município. Assim como os problemas da Baixa de Santo António como a fraca iluminação e as suas constantes quebras, os problemas de sinalização viária, constituindo estes problemas de segurança sobre os quais é necessário a CMA intervir.

O Programa de Apoio à Redução Tarifária (PART), proposto pelo PCP na Assembleia da República, continua sem abranger todos os munícipes de Aveiro, apesar do executivo da CMA ter assegurado há largos meses que os acordos já teriam sido estabelecidos com a Área Metropolitana do Porto. A população de Aveiro continua a aguardar este direito, que depois de estar inscrito em lei, importa agora concretizar. A situação dos transportes no Município continua com vários problemas, já de longa data, e que continuam sem resposta, como a inexistência de transporte público de/para o Hospital após as 22h, o que causa naturais constrangimentos a utentes e trabalhadores deste serviço.

O PCP continuará a acompanhar estas lutas, dentro e fora da Assembleia Municipal e de outros órgãos autárquicos e apela à população para que se mobilize na defesa instransigente de um Município com melhor qualidade de vida para a população.

 

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