Aveiro

Nota distribuída à imprensa pela Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

esboço a lápis da ES Homem Cristo, Aveiro

A Comissão Concelhia de Aveiro do PCP opõe-se e repudia as tentativas de desvalorização da importância da Escola Secundária Homem Cristo com vista ao seu encerramento por parte do Executivo PSD/CDS da Câmara Municipal de Aveiro.

O PCP considera que a Escola Secundária Homem Cristo em Aveiro é um elemento essencial na realidade dos espaços educativos de Aveiro e um elemento de grande dinamismo no centro da cidade. Ao que, naturalmente, ainda acresce o enorme legado histórico, social, educativo e cultural do edifício.

Contactado por diversos trabalhadores, o PCP vem publicamente denunciar a inaceitável situação que a Câmara Municipal de Aveiro (CMA) está a criar.

No seguimento da extinção da MoveAveiro, a CMA abordou os trabalhadores para que estes fossem cedidos aos serviços camarários para continuarem a exercer as mesmas funções por um período de um ano, findo o qual seria aberto um concurso público para essas vagas ao qual todos os trabalhadores poderiam concorrer, mas no qual nenhum teria a garantia de ser colocado.

Para lá desta antecâmara de desemprego - perfeitamente evitável se houvesse vontade política por parte do executivo camarário liderado por Ribau Esteves - a proposta de acordo para cedência por interesse público é, igualmente, vergonhosa.

Trabalhadores da Renault alcançaram importante vitória

O PCP saúda calorosamente a importantíssima vitória alcançada pela luta dos trabalhadores da Renault Cacia! Depois de três dias de greve e vários plenários de sindicais foi possível alcançar as reivindicações dos trabalhadores, com a conquista de um aumento salarial de 30 euros e a passagem de 45 trabalhadores com vínculo precário a efectivos

Ao contrário do que tantas vezes se apregoa (“as greves não servem para nada”, “os sindicatos não fazem nada”), aqui fica claro e indesmentível que – como tantas vezes o PCP repete – a luta é o caminho para alcançar as justas aspirações dos trabalhadores.

Esta é uma vitória da unidade, determinação, persistência e coragem dos trabalhadores da Renault, mas que tem importância para todos os trabalhadores do País e, em particular, de Aveiro.  Ela é, além do mais, uma vitória da justiça e do progresso, numa empresa que tem lucros fabulosos e num país em que o modelo de baixos salários condena milhões de portugueses à miséria e a economia nacional ao definhamento.

Nota de imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

Greve na Renault - foto de 1.4.2015

Cumpre-se hoje, 14 de Maio, a terceira paralisação dos trabalhadores da Renault Cacia no período de mês e meio. Apesar das chantagens, pressões, desinformação e tentativa de divisão dos trabalhadores por parte da administração da empresa, a greve de hoje foi um novo êxito e a fábrica voltou a parar.

O PCP, que hoje como sempre esteve junto dos trabalhadores nos piquetes, expressa a sua mais profunda solidariedade com esta luta. Tal como antes expressámos, as reivindicações dos trabalhadores são totalmente justas e a sua satisfação representará não apenas um ganho para estes, mas para todo o País. Aumentar salários e combater a precariedade são dois dos eixos fundamentais para inverter a política de miséria e ruína que trouxe Portugal à situação actual, pela mão de PS, PSD e CDS.

Trabalhadores da Renault CACIA em greve

Dando continuidade à luta travada pelo aumento dos salários e o combate à precariedade na empresa, os trabalhadores da Renault Cacia voltaram hoje a realizar um dia de greve.

Esta acção, que conta com níveis de adesão altíssimos, constitui a única resposta possível perante a inflexibilidade da Administração e do Grupo Renault.

A elevada adesão dos trabalhadores, apesar das manobras de bastidores para tentar desmobilizar a greve, revela a unidade entre os que com o seu trabalho na fábrica contribuem diariamente para os extraordinários resultados desta unidade de produção e de todo o Grupo.

Saiu o Boletim da Célula do PCP no CHBV (Hospital). Reflectindo as dificuldades levantadas aos profissionais, descrevendo-as detalhadamente, levanta o véu sobre uma das facetas mais trágicas da estratégia da política de direita no sentido da destruição do Serviço Nacional de Saúde. Aponta responsabilidades e apela à luta de profissionais e utentes contra o flagelo imposto por obscuras razões à população, em benefício da ganância de alguns interesses privados que querem médicos e enfermeiros baratos e desempregados,

Protesto de enfermeiros com contrato individual de trabalho à porta do Hospital de Aveiro * Só a luta nos pode dar aquilo que nos querem roubarDecorreu esta segunda-feira, 22 de Abril, mais uma justa acção dos enfermeiros do CHBV contra a vergonhosa discriminação de que são alvo por parte da Administração. Com efeito, várias centenas de enfermeiros contratados em regime de contrato individual de trabalho, continuam a trabalhar mais horas e a receber menos relativamente ao pessoal do quadro. Apesar do governo ter dado o aval às Administrações hospitalares para posicionar TODOS os enfermeiros no valor remuneratório de início de carreira, tal não aconteceu no CHBV, duplicando a discriminação, que deixa de ser relativa aos enfermeiros do quadro e passa a ser também uma discriminação relativa a todos os outros quadros licenciados da Administração Pública. É uma vergonha.

Nota de imprensa da Comissão Concelhia de Aveiro do PCP

A Comissão Concelhia de Aveiro do Partido Comunista Português vem comunicar que procedeu à entrega de uma Moção sobre Delegação de Competências a ser discutida e votada na próxima Sessão da Assembleia Municipal de Aveiro.

O PCP considera que o Decreto-Lei aprovado em Conselho de Ministros de 15 de Janeiro de 2015 que visa um processo de delegação de competências via contratos inter-administrativos sobre matérias de grande complexidade(educação, saúde, segurança-social, cultura), foi constituído sobre uma lógica não de valorização e dotação do Poder Local democrático, mas sim com o intuito de desresponsabilização do Governo da República sobre este conjunto de matérias, num quadro que não pode ser descontextualizado da actual política nacional de destruição das funções sociais do Estado e das suas políticas públicas.

Concentração de Enfermeiros no Hospital de AveiroNa sequência de um conjunto de lutas desenvolvidas ao longo dos últimos meses, os enfermeiros do Hospital de Aveiro estiveram hoje concentrados, junto à porta principal, partindo, posteriormente, para Coimbra a fim de se manifestarem em frente à sede da ARS do Centro.

O PCP, aí representado pelo dirigente Miguel Viegas, tem estado desde início com esta luta, seja através de requerimento dirigido ao Ministério da Saúde, seja com reuniões mantidas com o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, seja com a Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga.

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