DORAV

20210306 Cartaz distritoO Partido Comunista Português realiza um conjunto de acções por todo o País ao longo da próxima semana, assinalando a sua história heróica de 100 anos de luta e afirmando hoje o seu projecto de futuro. Durante a primeira semana de Março, o PCP desenvolverá uma série de acções de contacto com os trabalhadores do distrito de Aveiro e fará do seu centenário uma jornada de luta, sobre os problemas com que os trabalhadores, o povo e o País se confrontam, de mobilização e exigência para a sua resolução, de defesa e afirmação dos seu ideal e projecto libertador. A semana terá o seu momento culminante no sábado, dia em que se assinala o centenário da fundação do PCP, em 6 de Março de 1921.

"100 Anos, 100 Acções". Sob o lema «Liberdade, Democracia, Socialismo – Pelos direitos, a melhoria das condições de vida e o progresso social. Contra a exploração e o empobrecimento», o PCP trará para a rua a denúncia dos problemas com que o País está confrontado e a exigência de uma política que responda aos problemas, aos anseios e reivindicações dos trabalhadores e do povo português, da alternativa patriótica e de esquerda, pela democracia avançada, pelo socialismo. No distrito de Aveiro, no dia 6 de Março, pelas 15h, as iniciativas de comemoração do Centenário do PCP irão realizar-se em:

Luso, Mealhada - Casal de de Stº António

Aveiro - Av. Drº Lourenço Peixinho

Espinho - Largo José Salvador

Reforçar o SNS

O PCP lançou hoje dia 18, a nível nacional a campanha "REFORÇAR O SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE, COMBATER A COVID-19, GARANTIR O REGRESSO À ACTIVIDADE NORMAL.", numa altura em que se regista uma diminuição de casos positivos e um abrandamento da pressão sobre as Unidades do Serviço Nacional de Saúde, é urgente preparar o regresso à actividade normal e recuperar os atrasos verificados noutros planos de saúde. Para o PCP impõe-se concretizar o que no orçamento de Estado foi inscrito por proposta do PCP: Reforço das unidades de saúde pública com mais 500 profissionais; Assegurar a capacidade de internamentos resposta em cuidados intensivos, com a abertura de mais 409 camas e a contratação de mais 47 médicos; Contratação de 935 médicos, 630 enfermeiros, 465 assistentes operacionais para os cuidados de saúde Primários; Mobilização de todos os recursos na esfera pública.

É incompreensível que, com quase um ano do surto pandémico, quase nada tem sido feito para assegurar os cuidados primários de saúde e as consultas de acompanhamento de doentes crónicos como é o caso da diabetes, hipertensão e outros, cujos utentes um pouco por todo o distrito de Aveiro se vêm privados deste serviço.

Como se provou foi, é e será no SNS que os portugueses encontrarão a resposta e o acesso aos cuidados de saúde a que têm direito.

O PCP vê com alguma preocupação o anúncio da administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga , que decidiu cancelar as cirurgias nos hospitais de Águeda e Estarreja por 15 dias, para que possam reforçar, com médicos, enfermeiros e assistentes operacionais, as equipas afectas às enfermarias COVID.
O PCP tomou conhecimento da situação limite do serviço de urgência, dado o aumento dos contágios, estando os trabalhadores da saúde em situação de cansaço extremo que não os afecta só a eles, mas também se reflecte no atendimento aos utentes.
O PCP está ciente que esta é uma situação excepcional, inserida no combate à pandemia. Como situação excepcional que é, merece medidas excepcionais que tardam em chegar.
Como o PCP já tem denunciado, esta situação é fruto do ataque ao Serviço Nacional de Saúde, que se tem intensificado ao longo dos anos. A resposta a esta situação passará sempre pelo reforço dos serviços públicos, em trabalhadores e em meios materiais.
O PCP irá continuar a insistir na aprovação das propostas que tem levado à Assembleia da República, para esse fim.

No passado dia 21 de Outubro, uma delegação do PCP que contou com a participação do deputado do PCP na Assembleia da República, António Filipe, esteve reunida com a Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga em Aveiro.

Ao longo da reunião com a Administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga, a Presidente do Conselho de Administração, Dra. Margarida França, deu nota de algumas das alterações decorrentes do momento que atravessamos, como a deslocação da consulta da dor para o Hospital Visconde de Salreu, e mais particularmente, a deslocação do hospital de dia (oncologia) para o Hospital de Águeda. Embora a administração tenha realçado que os serviços estão a funcionar da melhor forma para os utentes, o PCP expressou a sua preocupação e sérias dúvidas quanto a esta alteração, tendo em conta a necessidade de deslocação dos utentes para uma localidade com um tão escasso serviço de transportes públicos, além de que terão que se deslocar em dias diferentes ao Hospital Infante D Pedro, para a realização de análises, e posteriormente para o Hospital de Águeda para a realização do tratamento. Trata-se de uma situação que o PCP considera incompreensível, obrigando estes utentes a deslocações desnecessárias. Também a mobilidade dos profissionais e as condições existentes na unidade de Águeda são elementos que acrescentam sérias condicionantes à solução encontrada.

PCP assinala a inauguração da Exposição sobre Mário Sacramento inserida nas comemorações do 100º aniversário do seu nascimento que começaram em 2019, no Museu da Cidade em Aveiro.

Na sua intervenção Jorge Seabra, destacou o papel revolucionário de Mário Sacramento, militante comunista, como homem, médico e ensaista.

Esta exposição poderá ser visitada atá ao próximo dia 25 de Outubro no Museu da Cidade em Aveiro.

João Ferreira candidato à Presidência da República esteve em contacto com os trabalhadores da Renault Cacia dando a conhecer o seu programa pela valorização dos trabalhadores, dos seus salários e dos seus direitos.

A candidatura de João Ferreira, é a candidatura dos que não se escondem, que não desertam e não se rendem.

Os trabalhadores  podem contar com esta candidatura pelo desenvolvimento do país, garante da efectivação dos direitos e do bem estar social.

Para o PCP, João Ferreira é o candidato que garante o cumprimento da constituição de Abril.

O PCP realizou na passada sexta feira, 2 de Outubro no Cineteatro Alba em Albergaria-a-Velha um debate sob o lema: “Prostituição não é opção, é exploração e violência”. Esta iniciativa teve a participação de Alma Rivera – Deputada do PCP na Assembleia da República, Sandra Benfica – do Concelho Nacional do MDM, Conceição Mendes – Assistente Social na Associação O Ninho e Mafalda Guerreiro membro do Comité Central do PCP.

O debate, muito participado, contou com a presença de sessenta pessoas, deixou claro que a petição levada à Assembleia da República não é mais do que uma petição para legalizar o proxenetismo uma vez que a prostituição não é crime no nosso código penal.

Ao longo da iniciativa, as várias intervenções chamaram a atenção para os problemas que potenciam o recurso à prostituição, como o desemprego ou a pobreza. Igualmente referido foi o tráfico de seres humanos para fins sexuais alimenta redes internacionais de proxenetismo, tornando este crime num negócio cada vez mais lucrativo, muito mais que o tráfico de armas e de droga. Exploram, violentam e mercantilizam o corpo, a dignidade e direitos básicos de muitos milhões de mulheres e crianças.

O Partido Comunista Português esteve hoje na acção de protesto dos enfermeiros convocada pelo SEP, no Centro Hospitalar do Baixo Vouga, em Aveiro, em solidariedade com a sua justa luta. A negociação colectiva do contrato de trabalho, o reforço do Serviço Nacional de Saúde em meios materiais e humanos, bem como a valorização da carreira de enfermagem são questões essenciais pelas quais o PCP se vem batendo. O PCP continuará a intervir no sentido da defesa dos direitos deste profissionais de saúde e pela dignificação da carreira de enfermagem.

A Transdev, anunciou recentemente aos representantes dos trabalhadores da Etac (empresa do grupo Transdev à qual pertence a AveiroBus) a intenção de recorrer à «suspensão dos contratos de trabalho» e a redução nos horários da maior parte dos seus trabalhadores. Uma medida que poderá afetar diretamente mais de 2 mil trabalhadores no universo de todas as empresas do grupo.

O grupo Transdev, tendo beneficiado dos apoios públicos, nomeadamente do regime de lay-off simplificado, suspendeu tudo onde poderia poupar dinheiro, fosse em bens materiais ou em pessoal, tudo e todos serviram para poupar e aproveitar ao máximo a ajuda do Governo, enquanto que, tal como é publicamente reconhecido, este grupo de empresas falhou, e continua a falhar, com compromissos com a população no mais básico dos seus direitos, o direito à mobilidade.

O anúncio da Transdev de «suspensão de contratos» é ainda mais escandaloso quando é notória a necessidade de reforço das carreiras de transporte de forma a garantir o respeito pela lotação máxima e assegurar as condições de segurança.

Por outro lado, não deixa de ser estranho que este anúncio surja numa altura em o Grupo Transdev criou já uma nova empresa, a «Expressos» e tudo indica que prepara a criação de outras novas empresas.

A Transdev, grupo a que pertencem as empresas ETAC/AveiroBus e a AVA, anunciou às associações sindicais e às Comissões de Trabalhadores a sua intenção de prolongar o regime de lay-off por muito mais tempo (a data de fim não foi anunciada). Esta situação, por si só, já é muito grave pois limita o cálculo do salário dos trabalhadores, senão vejamos, no lay-off o salário é calculado pelo salário mínimo nacional e não no que está previsto no Contrato Colectivo de Trabalho, havendo neste caso logo à partida uma diferença, só no salário, de 115€ a menos, já para não falar no cálculo dos mais diversos subsídios próprios de uma profissão com amplitudes horárias de 14H, de horário móvel e irregular.

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