DORAV

Uma boa parte dos trabalhadores com contratos precários desempenha tarefas permanentes, fazendo falta todos dias nas empresas mas os seus contratos são temporários, trabalham com recibos verdes, em prestação de serviços ou mesmo em bolsas de formação num ciclo de precariedade infernal.

É precisamente isso que se tem passado com muitos formandos, sobretudo jovens, dos diversos Centros do Instituto de Emprego e Formação Profissional que, depois de frequentarem sucessivos cursos, acabam por não alcançar nenhuma saída profissional, engrossando sim os números do desemprego e da precariedade.

Realizou-se, no dia 20 de Maio de 2016, pelas ruas de Ovar, um belo desfile integrado na campanha do PCP «Mais Direitos Mais Futuro», seguido de comício. Com concentração frente ao estádio da Associação Desportiva Ovarense, os participantes, transportando algumas tochas, e dirigindo-se à Escola António Dias Simões, iluminaram o caminho com a cor quente das bandeiras do PCP. «Somos muitos, muitos mil, para continuar Abril» uma das justas palavras de ordem entoadas ao ritmo certo do passo.

Destaque para as palavras de Jerónimo de Sousa, Secretário Geral do PCP, que podem ser lidas e ouvidas na ligação seguinte.

http://www.pcp.pt/basta-de-submissao-dependencia

No âmbito da campanha do PCP “Mais direitos, mais futuro, não à precariedade” desenvolveu-se mais uma acção de contacto com trabalhadores, desta vez na Lusiaves/Avisabor em Pardilhó (Estarreja), onde a precariedade impera.

Nesta acção de contacto os trabalhadores relataram muitas das situações vivenciadas diariamente nesta empresa, que se prendem com a inexistência de um horário de trabalho fixo, uma vez que estes trabalhadores só sabem o seu horário de entrada, mas nunca sabem a hora de saída. Situações de atraso nos transportes dos produtos da empresa e avarias na maquinaria, que em nada dependem directamente dos trabalhadores, mas interferem no seu horário laboral, verificando-se por inúmeras vezes jornadas de 12 ou mais horas diárias. A isto acrescem frequentes ocasiões de incumprimento das pausas consagradas na lei.

Dando continuidade à campanha nacional de combate à precariedade laboral do PCP "Mais direitos, mais futuro, não à precariedade", no distrito de Aveiro o dia de hoje é dedicado aos trabalhadores dos postos de abastecimento de combustível.

Com acções um pouco por todo o distrito, munidos de um documento específico, activistas do PCP dirigiram-se a dezenas de postos por todo o distrito para este contacto.

Teve lugar recentemente mais uma acção de contacto de militantes do PCP, integrada na campanha : " Mais Direitos, Mais Futuro, Não à Precariedade !", desta feita junto dos trabalhadores da CIFIAL, conhecida empresa metalúrgica de Rio Meão - Stª Mª da Feira.

Este continua a ser, lamentavelmente, um tema bem actual e sentido, nesta como em muitas outras unidades industriais e locais de trabalho, onde impera a maior impunidade tendo por base baixos salários, intensos ritmos de trabalho e contratos precários para desempenhar tarefas laborais permanentes.

No âmbito da campanha que o PCP está a realizar em todo o país, teve lugar uma acção de contacto com os trabalhadores da SOCORI, uma das mais importantes empresas corticeiras do Concelho de Stª Mª da Feira.

Embora se trate de uma unidade industrial com uma boa carteira de encomendas e considerável capacidade produtiva, a verdade é que também aqui se usa e abusa do trabalho precário, ou seja recurso a contratos temporários para suprir necessidades de laboração permanente, o que, além de perfeitamente anacrónico e injusto, provoca a maior instabilidade e incerteza na vida dos seus trabalhadores, sobretudo os mais jovens.

No quadro da campanha nacional que o PCP vem desenvolvendo ao largo dos últimos meses - "Mais direitos, mais futuro, não à precariedade" - realizou-se hoje uma acção de contacto junto do pessoal não-docente da Escola Secundária José Estevão, em Aveiro.

Este Mega-Agrupamento é um exemplo, de muitos existentes no distrito de Aveiro e no País, onde a precariedade laboral assume diferentes formas. De contratos a termo certo, passando por trabalhadores a tempo parcial, até aos chamados "contratos emprego-inserção", multiplicam-se as situações de instabilidade dos trabalhadores.

Em mais uma acção de contacto com trabalhadores, militantes do PCP do concelho de Espinho estiveram hoje na Tapeçaria Ferreira de Sá a distribuir o jornal "Mais direitos, mais futuro, não à precariedade!".

Esta empresa é um gritante exemplo daquilo que ocorre em tantas e tantas ocasiões no País, em geral, e no sector têxtil, em particular. Apesar de ser uma marca internacionalmente conhecida por produzir tapetes de luxo para reputadas empresas e instituições, as situações a que os trabalhadores são sujeitos na fábrica contrastam brutalmente com essa condição de produto topo de gama.

Acção de contacto Mercado de Santiago, AveiroÀ semelhança do que ocorre um pouco por todo o País, também em Aveiro se deu hoje início à acção nacional do PCP "Basta de submissão à União Europeia e ao Euro".

O arranque desta acção foi constituido por uma sessão de contactos com comerciantes e utentes do Mercado de Santiago, em Aveiro. Ao longo das próximas semanas terão lugar no distrito de Aveiro diferentes iniciativas de contacto, esclarecimento e discussão em torno deste tema. Será amplamente distribuido um um folheto informativo, colados cartazes e outdoors.

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