Santa Maria da Feira

Vigília de solidariedade com os trabalhadores da Subercor e da Vinicor em MozelosNa passada quinta-feira à noite, teve lugar uma vigília dos trabalhadores destas empresas corticeiras junto ao portão das mesmas, em protesto pela ausência de respostas tanto do poder judicial como do poder político face à situação dramática que enfrentam há já longos meses. E que sintomaticamente passa ao lado da própria Câmara Municipal e do seu Presidente, até agora sem a mínima intervenção num assunto que diz respeito à vida e sobrevivência de munícipes feirenses.

Assunto: Situação social das empresas Subercor e Vinocor, Santa Maria da Feira

Destinatário: Ministério da Economia e do Emprego

Ex.ma Srª. Presidente da Assembleia da República

Mais de 120 operários da Vinocor e Subercor, empresas no Município de Santa Maria da Feira, vivem hoje situações de privação severa de bens essenciais, por força do não pagamento dos seus salários e da gestão que se tem revelado profundamente prejudicial para as empresas e para os seus trabalhadores.

Actualmente os trabalhadores, na sua maioria mulheres (cerca 80%), têm os salários de Maio, Junho e Julho de 2011 em atraso, bem como 75% do subsídio de férias de 2010 e 75% do subsídio de Natal de 2010 em atraso. Acrescem ainda vários meses de salários em atraso antes da declaração de insolvência destas empresas, totalizando cerca de 7 a 8 meses sem qualquer salário, tendo sempre dado o seu melhor em prol das empresas, da sua produção e crescimento.

O Grupo Cifial informou recentemente os seus trabalhadores que irá entrar em lay-off nos próximos meses, com redução do período normal do trabalho.

Não sendo a primeira vez que a Cifial recorre a este processo, a intenção de o voltar a implementar no momento presente, em que se agravam e muito os problemas sociais no país e em particular no Concelho de Stª Mª da Feira, assume extrema gravidade.

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga declarou ilegal a cobrança por uma empresa de Guimarães da instalação dos ramais de água em duas freguesias, dando razão a uma acção apresentada pela Associação de Consumidores de Portugal (ACOP).

Em declarações à Lusa, um dirigente da ACOP garantiu que as pessoas que têm sido prejudicadas pela situação em concelhos como Guimarães, Santa Maria da Feira, Gondomar e outros concelhos podem exigir a restituição do dinheiro.

EN-14: obras arrastam-se penosamenteQualquer semelhança com um país moderno e eficiente é pura coincidência e já não há pachorra. Trata-se sem sombra de dúvidas de um verdadeiro escândalo. As obras em curso na Estrada nº 1-14, concretamente entre o Picôto e a rotunda das Quatro estradas nunca mais acabam, arrastando-se há já longos e penosos meses sem um fim à vista, tal como mostram as fotos anexas. Sendo pelos vistos esta intervenção da responsabilidade do IEP – Instituto de Estradas de Portugal – a mesma decorre numa via de indubitável importância do norte do Concelho, provocando atrasos e estrangulamentos a toda hora, congestionando e infernizando ali diariamente a circulação rodoviária, causando prejuízos materiais e pondo os nervos em franja aos seus utilizadores.

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